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sábado, 28 de janeiro de 2012
Crème Bavaroise



A bavaroise é uma sobremesa para alguns franceses, de origem suíça. Para outros,surgiu como uma bebiba no famoso Café Procope de Paris, no século 19. Era então uma combinação de chá, leite ou creme de leite e licor.

É uma sobremesa feita com crème anglaise (base de leite, ovos e aromatizado), com gelatina e misturada em creme de leite batido para ficar mais leve. Sua textura lisa e cremosa são disparadas os pontos mais marcantes desta simples sobremesa.





Quase todas as sobremesas e tortas clássicas são feitas com creme Bavaroise. É usado como um creme básico, que é aromatizado conforme a necessidade da receita, como por exemplo: 

St. Honoré
Charlotte Royal
Torta Royal
Charlotte Russe
Profiteroles
e muitas outras sobremesas

Aprenda a preparar um bavaroise com caramelo. Receita e foto retirados daqui.




Creme Anglaise

Cozinhar um creme a base de ovos requer muita atenção, para que os ovos não talhem o leite não pode ferver enquanto é feito o creme. Mantenha o fogo baixo e mexa sem parar, passando a colher pelo lado e pelo fundo da panela para não queimar.
  1. Ponha de infusão 500 ml de leite com 1/2 vagem de baunilha (se não tiver a vagem, coloque uma colher de café de essência de baunilha). Bata 5 gemas com 65 g de açúcar. Retire a vagem de baunilha e ferva o leite com os ovos e despeje numa panela limpa;
  2. Aqueça o creme em fogo baixo, mexendo com colher de pau até engrossar. Teste a consistência passando o dedo nas costas da colher: deve ficar um traço limpo, rendendo cerca de 650 ml.
Creme Bavaroise
Após fazer o crème anglaise
  1. Prepare 15 g de gelatina em pó (Dissolva com 5 colheres de sopa de água a 15 segundo no micro ondas), misture 3 colheres de sopa de Cointreau e adicione no crème anglaise ainda quente.
  2. Ponha o creme numa tigela, cubra e deixe esfriar. Quando começar a endurecer, misture aos poucos 225 ml de creme de leite, batendo levemente.
  3. Despeje com muito cuidado o caramelo quente nos ramekins ou travessa e despeje o creme bavaroise. Coloque em banho maria no forno a 170 graus durante 40 ou 50 minutos, deixe esfriar e coloque na geladeira por pelo menos 4 horas.
Caramelo quente
Numa panela dissolva 250 g de açúcar em 250 ml de água, acenda o fogo e deixe caramelizar. Cuidado para não escurecer demais se não o caramelo amarga.





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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Circuito Gastronômico do Mercado Central






Para tudo e chama a NASA!!!! Uma vergonha! Uma coisa dessas acontecendo em BH e aquela que se orgulha de ser butequeira de carteirinha não estava sabendo! Mas ainda dá tempo e domingo com certeza e com cerveja, estarei lá! E pra vocês fica a dica!

O Mercado Central realiza desde 12 de Janeiro até 12 de Fevereiro o Circuito Gastronômico do Mercado Central, chamado de Sabores do Mercado.

O Circuito Gastronômico Sabores do Mercado, primeiro do gênero a acontecer no local, envolve 12 bares do Mercado, sendo que os estabelecimentos criaram receitas especialmente para o festival ou selecionaram o melhor item do cardápio para serem oferecidos a preços especiais.



Ausência sentida é a do querido Bar da Lora, que por causa das cláusulas de participação que envolve o Comida di Buteco, não está participando do circuito.

Além do deleite gastronômico, o evento conta com uma intensa programação cultural e artística, principalmente nos finais de semana. Shows musicais, apresentações de esquetes teatrais, performances circenses, lançamentos de livros e outras atividades integram a agenda.


Vejam quanta coisa bacana já rolou e ainda vai rolar por lá:

14/01 - Espaço Cultural 3 recebe show de Fernanda Silva (12 horas), com voz e violão, e Rafael Librelon (14 horas), com sertanejo e MPB.

15/01 - Manhã de domingo animada por apresentações de esquetes e performances teatrais da Cia Lúdica dos Atores nos corredores do Mercado.

21/01 - Espaço Cultural 3 recebe show de Nelsinho Cabral (12 horas), MPB e pop, e Quilin Doleste (14 horas) com stand up.

22/01 - O chef de cozinha Carlos Pita autografa seu livro e fala sobre seu projeto homônimo, um case de sucesso em BH.

28/01 - Espaço Cultural 3 recebe show de Raffa (12 horas), com pop/acústico, e Toninho Moreira (14 horas), com Axé, sertanejo e MPB.

04/02 - Espaço Cultural 3 recebe show de Cláudio Carvalho (14 horas), com o melhor do MPB. 

05/02 - O chef e mestre churrasqueiro Peninha autografa seus livros e bate um papo com o público sobre a arte de preparar carnes. No mesmo dia, o palhaço Bisnaguinha, integrante do lendário programa da Tia Dulce, interage com a criançada nos corredores do Mercado, durante toda a manhã. 

11/02 - Espaço Cultural 3 recebe show de Jhou Tromundo, às 14 horas, com o melhor do pop rock e MPB.

Informações: 3274-9434





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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Papillote



O papillote é um processo de cozimento. Ele é feito embrulhando-se o alimento em papel-manteiga ou papel-alumínio, antes de levá-lo ao forno. Esse processo proporciona um cozimento quase sem perda de umidade ou dispersão de aroma. É conhecido pelos italianos como “al cartoccio”, literalmente, “no cartucho”.

Papillote é um dos melhores processos de cozimento para ingredientes delicados.  O método mais tradicional de servi-lo é fechado no prato, deixando quem vai saborear abri-lo. Hoje uma nova técnica está surgindo com força total, prometendo deixar a função do Papillote em segundo plano. Trata-se do Cozimento à vácuo, onde o alimento junto com seus molhos e, às vezes até da guarnição, são embalados, selados em uma máquina de vácuo e levados para cozinhar.


A receita abaixo é de um Saumon en Papillote à la sauce béarnaise É uma receita definitivamente maravilhosa! Também, não é para menos, grande parte - para não dizer absoluta - da espetaculiaridade desta receita está no coadjuvante francês: o béarnaise. Textura aveludada e cremosa, toque de acidez, perfume de ervas e pimentas fizeram desse molho tema para explicação científica. Por fim, o conjunto salmão e béarnaise é um convite ao pecado capital dos amantes da boa mesa.






Salmão em Papillote ao béarnaise

Ingredientes:

2 unidades de filé de salmão (aprox 200 g cada)
1/2 unidade de cebola roxa,
1/2 undade de cenoura (tamanho médio)
1/2 unidade de talo de salsão sem as fibras
q.b. de alho poró
q.b. de azite de oliva
q.b.sal e pimenta preta
1 ramo de tomilho
1 folha de papel alumínio (aprox 30 x 30 cm).

Béarnaise

2 unidades de gemas
20 gr de manteiga sem sal
50 ml de vinho branco seco + vinagre branco
1/4 de cebola
q.b ervas finas
q.b. estragão

Preparo:

Corte todos os vegetais em julienne (bastões de dimensões similiares a palitos de dente). Misture bem todos os vegetais, salgue, regue com azeite de oliva e coloque-os centralizados sobre o papel alumínio, fazendo uma cama para o salmão e reserve. Tempere o salmão com sal, pimenta preta moída na hora e coloque tomilho em ramo por cima, após coloque um fio de azeite de oliva por cima. Feche o papillote e leve ao formo préaquecido (180ºC) por 30 min. Passado o tempo de forno, retire o papillote do forno, aumente a temperatura para 250ºC e abra o embrulho. Volte ao forno por mais 10-15 min para dourar a superfície.

Enquanto o salmão se cria no forno, vamos ao béarnaise.

Numa panela, ferva o vinagre, o vinho, a cebola e as ervas finas. Reduza a 50 %, coe e reserve o líquido.

Com o auxílio de um fouet, bata as gemas em banho-maria. Atenção: este momento é muito delicado, pois as gemas talham com muita facilidade!!! então nunca deixe a água do banho-maria ferver. Bata constantemente as gema, coloque, aos poucos, a manteiga derretida até conseguir uma mistura consistente, volumosa e cremosa. Após, agregue, também os poucos, a redução e o estragão e bata até a consistência desejada. Tempere com sal e pimenta preta.

Monte o prato e sirva.


OBS. esse molho é realmente difícil de se executar. Ele exige perícia e atenção, no entanto, não é impossível de se fazer.


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sábado, 21 de janeiro de 2012
Charmoula




Chermoula ou charmoula é uma marinada utilizada nas cozinhas da Argélia, Marrocos e Tunísia . É normalmente usado para tempero de peixes ou frutos do mar, mas pode ser usada em outras carnes ou legumes.


 A Charmoula é muitas vezes feita de uma mistura de ervas, azeite, suco de limão, limões em conserva, alho, cominho e sal. Pode também incluir coentro, cebola fresca, páprica picante, pimenta preta, ou açafrão.

Existem muitas receitas diferentes que usam especiarias diferentes, e as proporções variam amplamente. Na maioria das receitas, os dois primeiros ingredientes são alho e coentro.

Uma versão marroquina compreende salsa seca, cominho, colorau, sal e pimenta. É o  tempero original para grelhar carnes e peixes na culinária marroquina.



Claude Troisgros ensinou em seu programa no GNT uma receita de robalo recheado com charmoula que é uma delícia. Assista ao vídeo e anote a receita:


Charmoula

Ingredientes:

02 colheres de cominho em pó
01 colher de páprica
¼ de colher pimenta vermelha em pó
08 dentes de alho
04 colheres de salsa picada
200ml de azeite extra virgem
suco de 01 limão siciliano
sal a gosto

Modo de preparo:

Amasse, no pilão, o alho e o sal. Acrescente os outros ingredientes.

Robalo

Ingredientes:

02 robalos de 1kg
100ml de vinho branco
300ml de água (para fazer caldo de peixe )
Sal a gosto
Pimenta do moinho a gosto

Modo de preparo:

Abra o peixe e retire a espinha sem perfurar a pele. Tempere com sal e pimenta do moinho. Disponha o peixe em um tabuleiro untado de azeite e deixe marinar por 20/30 minutos na metade da charmoula. Coloque a espinha em uma panela e cubra com vinho branco e água. Ferva devagar por 20 minutos e peneire.


Recheio

Ingredientes:

200g de arroz
04 tomates
200g de azeitonas verdes picadas
150g de passas pretas
150g de castanhas de caju picadas
01 cebola roxa picada
Raspa de 01 limão siciliano
200ml de azeite extra virgem
Salsa picada a gosto
Hortelã picada a gosto
Sal a gosto

Modo de preparo:

Retire a pele e as sementes dos tomates e pique em cubos. Coloque a pele e o suco dentro do caldo de peixe. Ferva o arroz na água com sal até ficar “al dente”. Peneire e esfrie. Misture toda a outra metade da charmoula com todos os ingredientes. Tempere.

Para assar

Ingredientes:

200ml de azeite extra virgem
Caldo de peixe
Suco de ½ limão siciliano

Modo de preparo:

Recheie o peixe com o arroz. Acrescente o caldo peneirado e o azeite. Asse por 20/25 minutos no forno a 180 graus, cobrindo com papel alumínio pela metade do tempo. Se necessário, vá acrescentando água no tabuleiro. Coloque suco de limão e sirva.


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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Gianduia... O nome parece de fruta, mas não é.....




Essencialmente, a gianduia é uma pasta que contém cerca de 70% de chocolate misturado a outros 30 % de pasta de avelã. A criação é da dupla Paul Caffarel e Michele Prochet, donos da Caffarel – uma das mais clássicas fábricas de chocolate da Itália.

O doce tem esse nome pois representa uma personagem de marionete que desfila nos carnavais de Piemonte – região da Itália onde a avelã é muito comum. A princípio, a gianduia tinha função energética, mas com o passar do tempo tornou-se um doce muito refinado.

Cone de Gianduia com confeito crocante - Le Malu


O sabor da gianduia ou gianduja, é um dos mais apreciados na confeitaria mundial. Tanto que começou a conquistar o mundo a partir da sua invenção, em 1865, na cidade italiana de Turim. Bolos e tortas de gianduia, além de outros tipos de doces, são facilmente encontrados em diversos estabelecimentos, inclusive no Brasil.


O gosto da pasta é forte e similar ao da Nutella, mas dizem os experts que não é a mesma coisa. A gianduia também não é um chocolate, na verdade ela apresenta esse ingrediente em sua composição. Sua forma mais comum é encontrada em diversos tipos de sobremesas como tortas, sorvetes, chocolates e mousses.




SORVETE DE GIANDUIA


Receita extraída daqui.

Ingredientes:

- 1 xícara de avelãs inteiras;
- 3 xícaras de leite integral orgânico, ou mais, se necessário;
- ¼ xícara de creme de leite fresco;
- 60g de chocolate amargo – usei 70%;
- ¾ xícara de açúcar cristal orgânico – usei o caseiramente aromatizado com favas de baunilha;
- 3 gemas de ovos orgânicos grandes;
- ½ colher (chá) de essência de baunilha orgânica;
- ¼ colher (chá) de sal marinho.


Preparo:

1. Toste as avelãs no forno a 180ºC, ou numa frigideira larga, até que fiquem aromáticas, tomando cuidado para não queimarem. Se estiver em dúvida, experimente uma e sinta se já está torrada ou se ainda guarda um fundo “verde”. Quando estiverem no ponto, transfira-as para um pano de prato, dobrando suas pontas sobre as castanhas e esfregando-as para que as cascas mais duras se soltem. Separe as avelãs das cascas e transfira-as para uma panela média.

2. Nesta panela, junte o leite às avelãs e acenda o fogo à temperatura média, até que levante fervura. Após, abaixe o fogo e cozinhe por 5 minutos, mexendo. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe o leite com avelãs em infusão por 20 minutos.

3. Posicione uma peneira forrada com um pano tipo gaze, ou um pano de prato fininho, que você só use para trabalhar com comida, sobre uma tigela grande. Bata o leite e as avelãs em um liquidificador, usando, inicialmente, a função “pulsar”, pois o líquido quente tende a explodir para fora do copo; despeje a mistura sobre o pano e deixe-o escorrer naturalmente. Alguns minutos depois, quando o líquido sobre o pano não estiver tão quente, junte as pontas do pano e esprema-o, para conseguir a maior quantidade de leite de avelãs possível. A receita pede 2 ½ xícaras desse leite; portanto, se você não conseguir essa quantidade, complete-a com creme de leite ou leite – usei leite.

4. Aqueça o leite de avelãs numa panela, junto com o creme de leite, e remova-o do gogo quando a mistura ameaçar ferver; adicione o chocolate picado e mexa bem com um batedor de arame (“fuê”), até que fique homogêneo.

5. Em outra tigela, bata as gemas e o açúcar até conseguir um creme pálido, mas ainda granuloso; adicione a esse creme ¼ da mistura de chocolate, e misture bem. Despeje essa mistura na panela, em que está o resto do creme de chocolate, misture por alguns instantes e acenda o fogo à temperatura mínima, mexendo constantemente, até adquirir a consistência de um milk-shake derretido. Não espere começar a ferver; assim que sentir grandes bufadas de vapor subindo na sua mão, está pronto. 

6. Por fim, passe o creme por uma peneira fina, junte a baunilha e o sal, e leve-o à geladeira, em um recipiente semi-tampado, por 4 horas, ou até que fique bem gelado; preferencialmente até o dia seguinte. Leve-o à sorveteira e siga as instruções do fabricante. Para quem não tem sorveteira, coloque o creme gelado no freezer por duas horas; após, retire e bata-o com um batedor de arame (“fuê”). Volte ao freezer por meia hora e repita esse processo mais 4 vezes,  então deixe o sorvete gelar por 1 ou 2 horas antes de servir. A massa é muito cremosa e fica ótima mesmo sem a sorveteira, que é muito prática, de qualquer forma. Não precisa ser tirado do freezer com antecedência se o mantiver à temperatura mínima.






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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Um pouco sobre o ceviche







Cebiche, ceviche ou seviche, é um prato de origem peruana baseado em peixe cru marinado em suco de limão ou lima ou outro cítrico. Uma primeira versão deste prato é registrada como sendo de cerca de 2000 A.C. entre o povo Mochica do litoral norte do Peru, onde o peixe era marinado em suco de tumbo (similar ao maracujá). Os Incas faziam algo similar usando “chincha”, bebida fermentada de milho. Ainda em tempos pré-colombianos foi acrescentada a pimenta "aji", muito picante, hoje obrigatória nesse prato. O limão só veio a ser usado a partir do século XVI quando chegaram os espanhóis, sendo hoje indispensável nas receitas.



Embora presente em toda a América do Sul andina, somente os peruanos transformaram o Ceviche em orgulho nacional, sendo parte do Patrimônio Cultural do País e tendo uma data comemorativa - 28 de julho, véspera do dia de São Pedro. Há, somente em Lima, mais de 2000 restaurantes especializados, as "cevicherías". O gastrônomo peruano Gastón Acúrio tem filiais de sua "Cevichería" La Mar em San Francisco, Cidade do México, Santiago do Chile, Cidade do Panamá, São Paulo e vai abrir outras em Nova Iorque e Bogotá.





Como preparar um ceviche? O essencial é que o pescado seja branco (sem muita gordura, nem músculo vermelho, como o sangacho do atum), mas de carne firme; camarão, lagosta ou mesmo polvo podem também ser usados.



Para a marinada usa-se suco de limão, lima ou outro cítrico.Laranja-azeda também pode ser usada, mas um citrino que lhe dá um gosto especial é a lima, um pequeno limão com a casca e a polpa esverdeadas.



Um importante ingrediente da preparação do Ceviche é o "leche de tigre", suco feito com o peixe marinado na lima com os outros componentes. O nome "leite" se deve à de cor branca e o "tigre" ao fato desse molho ser usado no Peru para curar "ressacas" e para dar força a quem o ingere.




Outros ingredientes “obrigatórios”, pelo menos no Peru onde é considerado o “prato nacional”, são a cebola e o piri-piri ou pimenta (no sentido brasileiro). Ingredientes acessórios, mas aparentemente muito importantes naqueles países, são o abacate, o milho, ou a batata-doce, ou seja, um “legume” para dar mais “consistência” ao prato. A salsa, o coentro e outros "cheiros verdes" também são quase sempre utilizados.



Pode servir-se como entrada, acompanhado com pipoca, bolachas de água e sal, tortilhas mexicanas, batatas fritas ou pão. Ou pode ser o prato principal duma refeição, acompanhado com batatas “portuguesas” ou doces cozidas, ou milho cozido.


Agora vamos às receitas?!










Ceviche tradicional

Ingredientes

100g de peixe;
30g de cebola roxa cortada em juliana;
10g de pimenta dedo-de-moça;
5g de coentro; 
80 ml de suco de limão; 

sal a gosto

Preparo

Corte o peixe em cubos de aproximadamente 1 cm e reserve. Numa vasilha, junte pela ordem: o peixe, a pimenta, o coentro. Tempere com sal. Despeje o limão e por fim, junte a cebola. Se quiser, acompanhe com batata cozida por 40 minutos em suco de laranja com um pau de canela e alguns cravos. Deixe esfriar e sirva em fatias. É bom para limpar o paladar entre um pedaço e outro de ceviche 





Ceviche Tradicional II
Ingredientes:

1 quilo de linguado
300 gramas de cebola roxa cortada bem picadinha
18 limões
ají (pimenta) a gosto
Sal a gosto

Modo de Preparo

1. Colocar o peixe fresco em uma travessa funda própria para ceviche.

2. Nesta travessa lava-se o peixe com a cebola cortada em formato Juliana

3. Importante lembrar que o ceviche é de peixe e não de cebola, no entanto, atenção com a quantidade da cebola utilizada.

4. Tempere-o com um punhado de sal e misture-o com a mão, adicione a pimenta picada, adicione o suco dos 18 limões espremidos e o ceviche está pronto.

5. Para decorar o prato pode-se usar milho, batata doce e folhas de alface

6. Agora é só aproveitar.

Fonte: Almanaque Culinário

 
 
 
 
Ceviche de camarão

Por A Vitrine do Sabor

Rendimento: 4 porções

Ingredientes

1 kg de camarão médio inteiro
6 limões
1 cebola roxa pequena
2 tomates
2 colheres (sopa) de molho de tomate
4 colheres (sopa) de azeite
150 ml de suco de laranja pêra
1 colher (sopa) de coentro picado
1 colher (sopa) de salsinha picada
1 pimenta dedo de moça
sal a gosto

Preparo:

1. Lave os camarões. Tire as cabeças e descarte. Em uma panela com água fervendo jogue os camarões e cozinhe-os por 3 minutos até ficarem rosados e firmes. Retire da água e coloque em uma vasilha com água gelada e cubos de gelo.

2. Descasque os camarões. Faça uma leve incisão no dorso e retire o filamento escuro, com cuidado para que saia tudo.

3. Em uma vasilha funda, coloque os camarões. esprema os limões e coloque o suco sobre os camarões. Junte o suco de laranja e deixe curtir por 10 minutos na geladeira.

4. Pique a cebola em cubinhos bem pequenos. Corte os tomates ao meio, retire as sementes e pique em cubinhos. Misture a cebola, os cubinhos de tomate, o molho de tomate, o azeite, o coentro e a salsinha. Corte a pimenta dedo de moça ao meio no sentido do comprimento, retire a parte branca e as sementes, pique bem fininho e adicione ao molho de cebola e tomate.

5. Misture o molho de cebola e tomates com o camarão e os sucos cítricos. Sirva frio.













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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Sexta feira 13




E na primeira sexta feira treze do ano, compartilho com vocês algumas superstições à mesa!
 

Vinho derramado é alegria. Sal derramado é mau agouro. Farinha no chão é sinal de fartura. Dinheiro em mesa de comida é sinal de miséria.

Donzela não serve sal, não corta galinha, nem passa o paliteiro.

Beber o que restou do copo de alguém é uma maneira de ficar sabendo seus segredos.


 
Pegue o prato com a mão direita e devolva com a mão esquerda. A direita é de bênção para o prato cheio e a esquerda, de maldição para o prato vazio.

Nunca se oferece nem o primeiro nem o último bocado.

Mesmo que haja um convidado à mesa, o primeiro pedaço deve ser oferecido ao dono da casa para não desejar sua morte. Se ele recusar, o perigo passou.


 

Quando uma panela deixa a comida queimar várias vezes, fica viciada. O melhor é colocá-la de lado, como imprestável.

Só uma pessoa mexe a comida, senão ela fica sem gosto.

Não se deixa a colher dentro da panela nem descansando na borda. Isso atrasa a comida.



Não se pragueja para acender o fogo porque isso chama o demônio para ajudar.

Mexe-se da direita para a esquerda primeiro. Depois, ao contrário. Não se mexe a comida com faca porque faz mal.

Não se passa o sal diretamente para a mão de quem pede. Dá azar. Deve-se colocá-lo na mesa.



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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Festival Gastronômico Cachaça Gourmet







Até o dia 10 de fevereiro, a capital dos bares vai se transformar também na capital da cachaça. Nesse período, os amantes da “branquinha” e os apreciados da boa gastronomia poderão degustar pratos feitos à base da bebida na quarta edição do Festival Cachaça Gourmet Belo Horizonte, que neste ano reúne 22 restaurantes participantes.

“O evento foi criado em 2009 com o objetivo de colocar a genuína bebida brasileira no devido patamar gourmet que ela merece. Bem mais que um aperitivo ou bebida de boteco, queremos mostrar que a cachaça pode ser apresentada de forma mais requintada e com destaque também na gastronomia”, afirma Emerson Andreata, organizador do evento.

Segundo ele, para esta edição do Festival é esperado um público de aproximadamente 30 mil pessoas. Além dos pratos, o público também poderá apreciar e comprar 22 tipos de cachaça de alambique inscritas no Festival e que serão utilizadas pelos estabelecimentos participantes.

“O Festival Cachaça Gourmet já entrou para o calendário turístico do estado e estamos nos dedicando para torná-lo referência em evento gastronômico e cultural de Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, ele cumpre um importante papel na divulgação e promoção da cachaça de alambique de Minas Gerais, uma das maiores produtoras nacionais da bebida”, completa Andreata.

Público vai ajudar a eleger o “melhor prato”
O Festival foi lançado oficialmente no dia 12 de dezembro de 2011 em um evento no Mercado Central. Na ocasião, chefs dos restaurantes participantes apresentaram os pratos concorrentes para o júri técnico composto por profissionais da gastronomia e jornalistas. O público convidado também pôde degustar alguns pratos e drinks à base da cachaça, estrela principal do evento.

O júri técnico já elegeu os ganhadores nas categorias “Melhor prato”, “Melhor visual” e “Melhor Criatividade”. O resultado, no entanto, só vai ser conhecido em março na festa de encerramento do Festival, em grande evento para cinco mil pessoas. Até lá, o público também vai pode a eleger seu prato favorito, já que cada restaurante irá disponibilizar cédulas de votação.

“A participação popular através do voto é uma oportunidade para os restaurantes participantes avaliarem a aceitação do prato criado para o evento e também para mensurar a qualidade do seu atendimento, higiene e estrutura. Afinal, o público considera todas estas questões no momento de dar o seu voto. Sem dúvidas o Festival dá uma enorme contribuição para a qualificação do setor de gastronomia e turismo, além, claro, de proporcionar entretenimento para os belorizontinos e turistas”, completa Andreata.

O Evento é realizado pela GWS Tecnologia e Eventos com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, Belotur, Clube Mineiro da Cachaça, AMPAQ, Portal Turismo Mineiro, Revista Minas Gourmet e Sou BH. Para outras informações, acesse http://www.festivalcachacagourmet.com.br.



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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Curso de Massas Artesanais da Famiglia Massas finas em Belo Horizonte



Acontecerá em Belo Horizonte nos dias 21 e  22/01/2012 o Curso de Massas Artesanais da  Famiglia Massas Finas.
 
O Curso Profissionalizante de massas artezanais italianas é um dos cursos mais procurados na área gastronômica, voltado inteiramente para o desenvolvimento profissional dos participantes em relação à arte de executar receitas de massas de qualidade. Um curso abrangente, que trabalhará com maquinário para grandes produções como cilindro elétrico e amassadeira; uma ênfase em segurança ao operar estes equipamentos será minuciosamente transmitida aos participantes. Modeladores e formas também serão utilizados, além de todas as inúmeras ferramentas profissionais que serão apresentadas durante o curso, com certeza todos os participantes estarão preparados para abrirem seus próprios empreendimentos ao final do curso.




O curso será dividido em dois módulos onde o Chef Robson ministrará mais de 10 qualidades de massas artesanais como Rondelle , Canellone , Gnochi , Gnochi recheado , Raviole , Fuzili feito a mão , Agnollot , Capelete ,e outras massas feitas com legumes como beterraba, espinafre ,cenoura totalmente sem conservantes. Além de técnicas de trabalho com massas finas, coloridas e eleboração de recheios especiais. O chef Raffaele Pascale ministrará a confecção dos molhos do curso.





O chef Robson é um dos profissionais mais preparados atualmente nesse segmento gastronômico. Sua vasta experiência de mais de 10 anos, precede trabalhos dentro de sua própria empresa, a Famiglia Massas Finas, da renomada empresa de massas que atua no mercado há 12 anos, a empresa Pasta Sugo e Cia e do restaurante Limonn. O Chef Raffaele Pascale é um dos proprietários da renomada Pasta Sugo e Cia e sua experiência como professor já formou alunos dentro do projeto de formação e capacitação dos jovens trancosences no extremo sul do estado da Bahia. O Chef Raffaele hoje está inaugurando uma nova filial em Porto Seguro, o inicio deste trabalho já é promissor com ele nos bastidores da confecção das massas.


 
O curso terá 14 horas de jornada prática, divididas em dois módulos de 7 horas. O almoço será com as massas e molhos confeccionadas pelos próprios participantes. Imperdivél !!! faça agora sua inscrição aqui


Valor: R$300,00



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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Cassoulet - A mais francesa das feijoadas




O cassoulet (em Languedociano, caçolet) é uma especialidade gastronômica de origem francesa da região de Limousin, em especial das cidades de Carcassonne, Castelnaudary e Toulouse. Tem distintas versões, mas é feito basicamente com feijão seco e carne, principalmente o confit d'oie (confit de ganso), confit de canard (confit de pato), salsichas, lingüiça, carne de porco, e até carne de perdiz ou cordeiro dependendo da temporada do ano ou da variedade local.

Põe-se o feijão de molho algumas horas antes que depois é cozido em fogo baixo numa cassole, ou caçarola de barro, daí a origem do nome cassoulet.

Tres cidades, Castelnaudary, Carcassonne e Toulouse disputam a origem e o título de melhor variedade do prato desde a sua origem, provavelmente durante a Guerra dos Cem Anos. Porém o cozinheiro languedociano Prosper Montagné diz que o cassoulet é o Deus da cozinha occitana: em Castelnaudary é o "Deus-pai", o "Deus-filho" é o de Carcassonne, e o "Espírito Santo" é o de Toulouse.

Na França é muito comum encontrar cassoulet já preparado em latas, variando o preço e ingredientes segundo a versão. As mais baratas contêm apenas feijão molho de tomate, alguns pedaços de carne de porco e salsichas baratas. Preparações mais caras usam gordura de ganso e também podem incluir salsichas de Toulouse, carne de ganso, cordeiro ou confit de pato.

No Brasil há quem o chame de feijoada de feijão branco. Mas preste bem a atenção... Mãe é mãe e vaca é vaca, da mesma forma que feijoada é feijoada e cassoulet é cassoulet!

Uma excelente pedida para os dias chuvosos!




 

Cassoulet

Receita para 5 pessoas

Ingredientes:

• 500 g de feijão branco
• 150 g de toucinho defumado picado
• 1 kg de lombo de porco
• 800 g de lingüiça fresca
• 2 cenouras inteiras
• 2 cenouras picadas
• 1 cebola grande, com alguns cravos espetados
• 1 cebola picada
• 6 dentes de alho descascados, inteiros
• 5 tomates sem pele e sem sementes
• 150 ml de vinho branco
• 1 talo de salsão picado
• 1 talo de alho poró picado
• 1 bouquet garni (maço de salsa, tomilho, alho poró, salsão
• Sal e pimenta-do-reino a gosto
• 200 g de caldo de frango pronto
• Farinha de rosca ou migalhas de pão

Prepare assim:

• Deixe o feijão de molho por 12 horas;
• Cozinhe-o com as cenouras inteiras, a cebola com cravo, 3 dentes de alho e o bouquet garni, por 1 hora;
• Em uma panela grande, frite o toucinho, em fogo baixo, até que fique crocante e solte bastante gordura. Retire da panela e reserve.
• Na gordura que sobrou na panela, frite a lingüiça, retire e reserve;
• Tempere o lombo com sal e pimenta e frite ainda na mesma gordura da panela (se necessário, acrescente um pouco de óleo). Retire e reserve;
• Acrescente a cenoura e a cebola picadas, o salsão, o alho poró e os 3 dentes de alho restantes à panela, e deixe dourar um pouco. Acrescente o vinho branco e o caldo, e deixe reduzir um pouco;
• Acrescente os tomates e as carnes reservadas e cozinhe por 1 hora e meia (ou até que as carnes fiquem macias);
• Em uma panela que possa ir ao forno, alterne camadas de feijão, o caldo do cozimento das carnes e as carnes;
• Salpique a farinha de rosca e leve ao forno por 1 hora;
• Sirva bem quente.


















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domingo, 1 de janeiro de 2012
Cozinha.Uma questao de amor,arte e tecnica.






Adoro ganhar livros de presente. Ainda mais livros relacionados à gastronomia! Desta vez o presente veio pelas mãos do Papai Noel! Já estou me deliciando com o livro "Cozinha.Uma questao de amor,arte e tecnica."

O químico Hervé This e o chef Pierre Gagnaire convidam o leitor a refletir sobre o que é arte culinária, o que a define como tal. Uma parceria que libera de determinados paradigmas, estimulando uma nova atitude ao cozinhar. Em vez de receitas, projetos. Hervé This introduzira no cenário gastronômico ideias estéticas, oriundas de outras artes; em companhia de Gagnaire, tais ideias tornaram-se realidade e são apresentadas neste livro.

Livro interessante,vale a pena.


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