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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Um pouco sobre pectina




Como foi visto aqui, para que consigamos o ponto certo de geleia, torna-se necessária a ação da pectina. Só que alguns frutos não possuem pectina, o que se faria então necessária a adição da mesma.

Para saber se a fruta contém pectina faça o seguinte teste: coloque uma colher (sopa) de álcool numa xícara, e junte uma colher (sopa) de suco da fruta. Se aparecer uma formação gelatinosa é porque a fruta contém pectina. Caso contrário terá que ser adicionada então pectina caseira ou industrial nas quantidades abaixo: 

Pectina caseira: Para cada xícara de suco de fruta, use 1/2 xícara de pectina. 

Aprenda a seguir como preparar a pectina caseira.

   Pectina caseira de laranja


Rendimento: 40 colheres das de sopa de 17 g
Tempo de preparo: 30 minutos (mais 35 minutos de cozimento)

Ingredientes: 2 xícaras (chá) de pele branca de laranja-baía . 165 g

Modo de Fazer:Lave a laranja, elimine a casca externa (faça uma casca bem fina) e separe a pele branca. Pique em pedaços pequenos e meça 2 xícaras das de chá e coloque no copo do liquidificador com 6 xícaras (chá) de água (1.440 ml).  Bata por 2 minutos ou até obter um líquido homogêneo.

Leve ao fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 35 minutos ou até obter consistência encorpada. Retire do fogo. Despeje em uma peneira de malha fina aparando em uma tigela. Passe com uma colher.

Use a preparação (pectina) para fazer geleias.

Informações importantes: Guarde a pectina de laranja em recipientes de vidro esterelizados (tampados hermeticamente) e deixe na geladeira.
Não se esqueça de etiquetar a data do preparo.
Armazenado corretamente, o produto pode ser guardado por 4 meses.
Para fazer geleia, use 120 ml de pectina de laranja para ½ kg de frutas.

   Pectina caseira de maça




Rendimento: 200 g
Tempo de preparo: 20 minutos (mais 1 hora de cozimento)

Ingredientes: 1 kg de maçã de qualquer variedade

Modo de Fazer: Lave bem as maçãs, sem descascar, pique-as em pedaços pequenos (aproveite as sementes e os cabinhos) e coloque em uma panela com 1 litro de água. Leve ao fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 1 hora ou até a maça ficar bem macia (quase desmanchando). Retire do fogo.
Despeje sobre uma peneira forrada com tecido fino, aparando em uma tigela. Espreme com cuidado e muito pouco. Se espremer em excesso a pectina fica escura e deixa a geleia turva.


Volte o líquido coado para uma panela e leve ao fogo por 3 minutos ou até ferver. Retire do fogo.


Informações importantes: Guarde a pectina de maçã em recipientes de vidro esterelizados (tampados hermeticamente) e deixe na geladeira.
Não se esqueça de etiquetar a data do preparo.


Armazenado corretamente, o produto pode ser guardado por 4 meses.



Para fazer geleia, use 120 ml de pectina de maçã para ½ kg de frutas.


Pectina industrial: Use 1 colher (café). 

Pectina industrial: Use 1 colher (café) 


Frutas Ricas em Pectina: Maça, ameixa, goiaba, marmelo, limão, laranja, uvas pretas, damasco, tangerina, pêssego, jabuticaba e pêra. 

Frutas Pobres em Pectina: Morango, figo e abacaxi. 

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terça-feira, 14 de maio de 2013
Instruções gerais para o preparo de uma boa geléia




Para que sua geleia fique perfeita, alguns cuidados são fundamentais; As frutas devem ser bem selecionadas. As frutas mais sólidas (marmelo, maçã, pêra, manga, etc) devem ser bem picadas  e as mais tenras (morangos, uva, amora, etc) devem ser levemente esmagados.
Após esta seleção e preparo, deve-se então adicionar água o suficiente para cobrí-las, o açúcar, (o ácido e a pectina se for o caso)  cozinhando até que fiquem tenras. Frutas tenras de 2 a 3 minutos. Frutas firmes de 15 a 20 minutos. Laranja de 30 a 60 minutos. 
A espuma que se forma em algumas geleias deve ser retirada com uma escumadeira.
Adquirido  o ponto de geleia  é hora então de colocar ainda quente nos vidros já esterilizados.

Mas como ter certeza de que os vidros estão bem esterilizados?




Para esterilização dos vidros e tampas, proceda da seguinte maneira:


1. Lave bem, todos os potes e tampas com água morna e detergente, retire os restos de rótulo deixando o pote de molho por algumas horas na água. Enxague.

2. Coloque uma panela grande com água no fogo.

3. Quando estiver quase fervendo abaixe o fogo e coloque todos os potes de vidro e tampas lá dentro. Deixe cobertos de água por uns 5 minutos. 




4.Retire-os com uma pinça que também deve ter ficado na água quente. A ideia aqui é aniquilar na água TODAS as bactérias e resíduos de cheiro que ficam nestes potes.




5. Forre uma bandeja com um pano de prato limpo e coloque os potes pra secar, virados de cabeça para baixo. Quando estiverem frios e secos, vire-os para cima, sem tocar nas bordas. Estão prontos para receber suas geleias e conservas.

É importante dizer que todos os mateiras de uso devem ser esterilizados: panos de prato, colher de pau, escumadeira inox, copos ou xícaras para medidas, vidros ou copos para armazenagem. 

6. Rotule as geleias e guarde. 

Algumas outras dicas devem ser observadas:


*Nunca "dobre" a receita. A quantidade certa para a preparação de geleia é de 4 a 6 xícaras de suco. 
*O açúcar varia da metade a uma vez e meia o peso do caldo das frutas. 
*Quanto mais pectina e quanto mais ácida a fruta, mais açúcar se adiciona 
*Ao cozinhar a fruta com o açúcar mexa até que o mesmo se dissolva completamente. Isso evita que o açúcar se queime e forme cristais que afetam a textura e a cor da geleia. 

Agora, como chegar ao ponto certo da geleia?! Para isso alguns testes podem ser feitos:

Teste da colher de pau: Inicialmente a geleia é rala e escorre, depois fica mais espessa e começa a cair em gotas. Quando a geleia esta no ponto, ela cai em placas. 

Teste do pires: Coloque uma colher (sobremesa) da geleia num pires deixando esfriar. Se depois de frio ela estiver compacta e enrugar ao inclinar o pires ou empurrar com o dedo está no ponto. 

Teste do Termômetro: Usar termômetro, temperatura de 105ºC. 

Observações: 

. Não deixe passar do ponto pois a geleia pode açucarar ou ainda ficar com gosto de açúcar queimado, ou com a consistência "puxa", meio a caramelo. 
. As geleias de cenoura damasco ou ameixa preta, ficam cremosas como um doce. O ponto é quando passando uma colher de pau, pode-se ver o fundo da panela. 
. Se a geleia não se firmar, deve-se recozer a mesma com pectina em pó.
 Dose: para cada 1/2 litro de geleia adicionar 1/4 de xícara mais 4 colheres (chá) de pectina. Misturar a pectina com água, ferver, mexendo sempre. Juntar a geleia mole, o açúcar e misturar. Ferver em fogo alto por 30 segundos. 
. Frutas com alto teor de pectina, repetir o cozimento. 





Panela de Cobre: Quem nunca ouviu falar do uso de panelas de cobre para cozimento de doces? Os óxidos de cobre que "revestem" as panelas favorecem o "ponto" das geleias: o cozimento das frutas libera moléculas de pectina contidas nas mesmas e o cobre se encarrega de reunir essas moléculas formando um rede que aprisiona a água e as frutas. Mas para quem não tem essa maravilhosa panela, saiba que o cálcio tem a mesma propriedade: coloque nos doces uma pitada de citrato de cálcio, ou um pouco de suco de limão, o efeito será o mesmo. 

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segunda-feira, 13 de maio de 2013
Geleias e mais geleias


Sou apaixonada por geleias. Uma geleia caseira, conservando o verdadeiro sabor das frutas, é uma delicia. Sou apaixonada pela cozinha. Preparar eu mesma aquilo que gosto, ou poder agradar aos que amo preparando algo especial é meu maior prazer.Nos últimos dias tenho tentado unir estas duas paixões. Me meti agora a preparar geleias caseiras.

Preparar geleia não é tão difícil assim; basta um pouco de paciência e algum tempo disponível. 

Mas para que a experiência seja bem sucedida, é interessante conhecer um pouquinho sobre o assunto.

Existem três tipos distintos de geleias 

1 - Jam: Feita de frutas inteiras, esmagadas ou picadas, é consistente e macia. 

2 - Jelly: Feita com o suco da fruta, é clara, brilhante e firme. 

3 - Geleiada ou Marmelada: Feita com suco misturado com pedaços de fruta, é mais usada com frutas cítricas. 

Alguns ingredientes são essenciais para  se fazer uma geleia bem feita: frutos, pectina, acido e açúcar. 

Frutos: A fruta dá o sabor a geleia. Se não for escolhida com atenção pode alterar a consistência, a aparência ou mesmo não se formar a geleia. É importante usar frutos perfeitos (nem verdes nem maduros) limpos, preparados em uma só vez (não deixar descansar depois de cortada). Deve-se usar só faca inoxidável. Pode-se usar também sucos industrializados ou congelados. 

Pectina: É ela que dá o aspecto gelatinoso (gel) para geleia. Destinaremos um post em separado apenas à ela.

Ácido: É necessário para melhorar o sabor e ajudar a pectina na formação do gel. Sempre que a fruta tiver baixo teor de acidez, adicione o suco de limão na quantidade de 2 colheres (sopa) de suco para cada kg de fruta. 

Exemplos de frutas ácidas: 
Maçã, laranja, pitanga, limão, abacaxi, jabuticaba etc... 

Frutas com baixa acidez: 
Pêra, morango, pêssego, banana, caju, ameixa preta seca e rosa. 

Açúcar: Use o refinado ou cristal. Se quiser utilizar o açúcar mascavo, faze-lo na proporção de 25% para cada 75% de açúcar comum. Usar a mesma proporção para mel. O açúcar atua como preservante, sabor, doçura e ajuda na formação da gelatina. 

No próximo post daremos algumas instruções gerais para o correto preparo de uma geleia. É só aguardar....


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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Cachorro quente com pedigree





Parece que o sanduíche da estação continuará sendo o hot dog, ou melhor, o nosso cachorro quente. Por quê?! Simplesmente porque ele é a perfeita tradução da  culinária reconfortante. Traduzindo: ele é fácil de fazer e deixa todo mundo feliz! 


O cachorro quente é um dos sanduíches mais consumidos pelos americanos. Ele nasceu lá, mas o seu ingrediente principal – a salsicha- era importada. A salsicha de Frankfurt era vendida nas ruas da Big Apple por imigrantes recém desembarcados do “velho continente”, a Europa.  Para facilitar, colocavam a salsicha envolta em um pão: assim nasceu o cachorro quente. O açougueiro alemão Charles Feltman abriu o seu primeiro corner na Coney Island por volta de 1870 e fez fortunas. Alguns anos mais tarde, ele foi destronado por um de seus antigos empregados, Nathan Handwerker que abriu o Nathans Famous, até hoje uma referência americana, ou até mundial, do cachorro quente.



Se o hot-dog cresceu no Brooklyn, hoje encontramos muitas variações dessa receita “new-yorkaise” na França.  O “chien chaud”, cachorro quente em francês, depois de algum tempo vem sendo um dos sanduíches mais requisitados em alguns lugares super “branchês” de Paris.

O cachorro quente clássico é delicioso mas ele fica "turbinado" quando é reinventado por algum chef estrelado. O primeiro na França a tentar essa variação gastronômica – o cachorro quente com pedigree foi Thierry Marx, no fim dos anos 90 com uma salsicha de chevreuil  (ovas!), mostarda americana e cebolas fritas, tudo servido em um pão brioche salgado no salão super chique do seu restaurante de Cordeillan-Bages, um Relais Chateau.


Terroir Parisien

Mas o hot-dog que está dando o que falar e, chegou até nas páginas do New York Times este ano, foi o do chef Yannick Alléno. Ideal para se degustar no balcão do seu mais novo restaurante o Terroir Parisien. A salsicha de vitela que vem acompanhada do molho “gribiche” - à base de maionese e ovos- é servida dentro de uma baguete branca te abre as portas para novos horizontes....... que permitem facilmente imaginar que a França adotará muitos outros cachorros quentes nesse inverno.

Agora, que tal correr pra cozinha e preparar um cachorro quente turbinado?!

Você pode usar:

Pão baguete

Salsichas
Queijo Emmenthal
Queijo Parmesão
Mostarda Dijon

Faça assim:

Ferva as salsichas e corte a baguete exatamente do tamanho de uma salsicha. Corte duas lascas de emmenthal iguais a baguete já cortada, mais 2 cm maiores do que ela, no comprimento. Corte a baguete ao meio, formando duas canoas. Passe bastante mostarda na parte interna das duas canoas. Depois coloque uma das lascas de emmenthal na canoa debaixo e rale um pouco de parmesão por cima. Faça exatamente a mesma operação com a outra canoa que vai ficar por cima. 
Coloque a salsicha no meio das duas canoas já preparadas e leve ao forno. Como as fatias de emmenthal são 2 cm maiores que as canoas (da baguete), observe cuidadosamente esse pedaço de queijo que ficou para fora, até ele derreter.
Derreteu, está pronto. Sirva acompanhado de uma taça de Gevrey-Chabertin.








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sexta-feira, 15 de março de 2013
Alguém discorda?!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Definição de churrasco por homens e mulheres



Preparando o post anterior, encontrei aqui um texto divertido sobre o assunto e não poderia deixar de compartilhar! Afinal, cozinha também é descontração e principalmente alegria!
 
Que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher)




 O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar. Quando um homem se propõe a realizar um, a cadeia de acontecimentos é a seguinte:
 01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
 02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.
 03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.
 04 - O homem coloca a carne no fogo.
 05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.
 06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
 07 - O homem tira a carne do fogo.
 08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
 09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
 10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas.

DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)

 01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8kg que o açougueiro disse ser "Ótima", pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.
 02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.
 03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come com as mãos.
 04 - Colocar a carne no fogo? Tá louca? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
 05 - Legumes? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.
 06 - Carne queimando? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: "Não gosto de carne sangrando"; "Isto está muito cru"; "Tá viva??"... Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.
 07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!
 08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
 09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).



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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Costela: sabor sem igual atrai fãs


 
Não há quem resista a uma boa costela. Ela precisa ser tenra e bem temperada. E há alguns segredinhos por trás da boa feitura da carne.

O segredo primordial é deixar marinando. "Faço um molho com vinho branco, cebola, alho poró, alecrim, tomilho, sal grosso e azeite e deixo pelo menos de um dia para o outro”, explica o chef Éderson Pereira, dos bares Pirajá e Bottega BottaGallo. Ele ensina a embrulhar com papel alumínio e deixar um pouco do caldo da marinada enquanto cozinha a carne, o que a impede de ressecar. “Depois que a costela cozinhou, coloco sem alumínio no forno por mais dez minutos para ficar crocante”. O molho da marinada também é aproveitado: “Pode usá-lo para fazer um caldo, ou se quiser, uma farofa”.
 
Experimente a costela da Bottega BottaGallo
 
IngredienteS:

1 peça de costela de boi de 4kg
1 garrafa de vinho tinto
3 cenouras
300g de salsão
2 cebolas grandes
Sal a gosto
Pimenta do reino preta a gosto

 
Modo de preparo:

Em uma travessa funda, misture todos os ingredientes para fazer uma marinada. Acrescente a costela, cubra e deixe na geladeira por 3 dias. Ao final dos 3 dias, retire a costela da marinada, coloque numa travessa e cubra com papel alumínio. Leve ao forno aquecido a 160°C e deixe assar por 6 horas.


O chef Deusimar Aragão, do Avenida rio/brasa, explica que a bebida alcoólica dá um gosto especial à carne. Para a costela, “colocar cerveja deixa a carne mais macia”. E para Patrick Blanckpain, chef do restaurante Astoria, a costela precisa ir ao prato no tempo certo: “O segredo é retirar do forno no ponto exato, quando a carne está macia e se desprendendo do osso. Se passar o tempo de cozimento, ela vai se soltar sozinha. Ai perde a graça daquela ‘briguinha’ de tirar a carne do osso quando se está comendo a costela”, brinca.

 
 
Aprenda a receita dos pastéis de costela
 

O chef Deusimar Aragão, do Avenida Rio/Brasa, diz que não há truque nenhum nesta receita. “A paciência e, acima de tudo, dedicação ao cozinhar farão toda a diferença”, ensina. 

Ingredientes para a massa:

1kg de farinha de trigo
1 ovo
2 colheres de sopa de sal
3 colheres de sopa de açúcar
125ml de cachaça
325ml de água
125ml de óleo
Modo de preparo da massa:
Misture todos os ingredientes num recipiente. Em seguida, coloque numa superfície lisa. Sove a massa até que solte das mãos. Deixe descansar.
 
Ingredientes para o recheio:

500g de costela cozida desfiada
1 pote de requeijão
2 cebolas picadas
Molho shoyo a gosto
1 colher de sopa de manteiga cheia
Óleo para untar
1 gema

Modo de preparo do recheio:

Frite a cebola na manteiga em fogo baixo até que fique dourada. Coloque o requeijão. Acrescente a costela desfiada e o molho shoyo a gosto. Deixe ferver um pouco e desligue o fogo.
Dica do chef: o segredo de fazer a costela é colocá-la num tabuleiro com água no fundo e envolvê-la em papel laminado. Além desses itens, paciência também é fundamental, já que o tempo de cozimento, em média, é de 3 horas, a 120°C. Para dar mais gosto à carne, o ideal é que sempre se coloque algum tipo de bebida alcoólica. No caso da costela, colocar cerveja deixa a carne mais macia.
Montagem do pastel:
Coloque a massa em uma superfície lisa polvilhada com farinha de trigo. Com um rolo, abra a massa toda (ou em partes) e, com a ajuda de um aro, corte os pedaços em circunferências de 9cm de diâmetro. Recheie os pastéis. Coloque-os em um tabuleiro untado com óleo e pincele cada um deles com a gema batida. Leve ao forno médio por 15 minutos ou até que fiquem dourados.
Rendimento: 25 pastéis

Outra forma de fazê-la é apenas com sal grosso. “Acho que assim você consegue manter o gosto original da carne. Além disso, se forma aquela casquinha que da a famosa sensação ‘croc-croc’ na boca. Afinal, textura é fundamental na cozinha”, opina Patrick.


A gordura também é um charme. “Uma boa dica é comprar costelas não muito magras, já que a gordura que dará a maciez e a suculência ao prato”, diz Patrick. Ele reforça: “definitivamente, costela não combina com regime”.
 
 

Costela de porco laqueada com abacaxi

Segundo o chef Patrick Blanckpain, do  restaurante Astoria, o segredo para se fazer uma boa costela é retirá-la do forno no ponto exato. "Assim, a carne fica macia, se desprendendo do osso. Se passar do tempo de cozimento, ela vai se soltar sozinha", avisa. E, para que a carne tenha mais gosto, o ideal é comprar costeletas não muito magras, já que a gordura é que dará maciez e suculência ao prato.

Ingredientes:

1kg costela de porco
3 dentes de alho picados
20g mel
40ml shoyo
10g catchup
10ml óleo de milho
5ml molho inglês
80ml conhaque
4 grãos amassados de pimenta da Jamaica
2 molhos de agrião limpos
10 bastões de abacaxi
1 colher de sopa de manteiga
5g gengibre

Modo de preparo:

Fazer marinada com todos os ingredientes e adicionar as costeletas de porco. Assá-las submersas na marinada e cobertas com papel laminado por 3 horas a 170°C. Retirar quando estiverem prontas.
Depois, peneirar a marinada e reduzí-la em fogo baixo até que fique ligeiramente espessa. Adicionar novamente as costeletas no molho já pronto e esquentar dentro do molho peneirado. Caramelizar ou grelhar os bastões de abacaxi na maneteiga com sal e pimenta do reino.
Dispor em prato com salada de agrião e abacaxi caramelizado.
Rendimento: 04 pessoas

As combinações

Os chefs concordam que a costela tem um gosto marcante. Por isso, nem todos os acompanhamentos cabem com ela. Não vai bem com salada verde e risoto, na opinião de Deusimar: “estas duas combinações não reforçam o paladar da carne”.
 
Para Éderson, acompanhamentos simples são os melhores. “Não adianta servir com arroz com camarão, salada de atum. Há a cultura de servir com um arroz carreteiro, tutu de feijão, salada de agrião”.

 
Mas a costela exige bem mais do que uma boa carne e bons temperos, na opinião dos chefs. É o que sintetiza Deusimar: “paciência e, acima de tudo, dedicação ao cozinhar, farão toda a diferença”.
 
Fonte: Site GNT



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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Como despertar o desejo de comer nas crianças



A cena de uma criança rejeitando comida e os pais se desdobrando para que a refeição seja feita é rotineira em muitas famílias. Até os que não têm pequenos em casa, presenciam a situação em muitos restaurantes, principalmente nos finais de semana. O caso se agrava a partir dos seis meses, quando as crianças com esta idade são desmamadas e os alimentos devem ser introduzidos gradualmente ao cardápio. Mas qual a estratégia para convencer a criança a comer alimentos saudáveis?

Antes de responder a esta pergunta, vamos entender um pouco que a alimentação é um elo entre a necessidade de nutrir-se e fonte de prazer. Mas há diferenças entre fome e apetite.

Segundo Rosana Manchon, psicóloga da Associação de Diabetes Juvenil, com especialização em psicoterapia de adolescentes, referenciando alguns autores afirma que “a fome é um estado somático, provocado pela privação do alimento e aliviado pela ingestão da comida. Já o apetite é um estado consciente caracterizado por um desejo de alimentar-se condicionado por uma experiência anterior e provocado pelo interesse por um ou outro alimento”.

Definida a diferença entre as duas palavras, a falta de fome da criança pode estar associada a alguns fatores. Um deles é que, quando os pequenos atingem dois anos, diminui-se o ritmo de crescimento. Assim, há redução da velocidade da estatura e consequentemente no ganho de peso, o que pode levar a um menor apetite. Outro fator é que, quando os filhos começam a se socializar, o alimento deixa de ser prioridade na vida da criança, que passa a buscar novos interesses. Outra dificuldade é que os pais muitas vezes começam a impor a vontade de comer certos alimentos.

De acordo com Rosana Manchon, “o ato de alimentar uma criança não se restringe a uma atividade nutritiva, está associado também a um ato de amor. Os primeiros tipos de relacionamento entre mãe e filho estão intimamente ligados a atitudes alimentares. Nesse sentido, quando as refeições ocorrem sem grandes dificuldades e com satisfação mútua, a relação mãe e filho poderá se desenvolver favoravelmente desde o início”.

Uma criança que come bem deixa a mãe tranqüila quanto ao seu papel maternal enquanto a que recusa o alimento faz com que se sinta culpada, desvalorizada e ansiosa por temer as conseqüências da desnutrição ou hipoglicemias. A criança começa a utilizar a alimentação como um meio de barganha, associando que se não comer, receberá uma oferta dos alimentos preferidos e geralmente os que não são tão nutritivos.

A refeição precisa ser uma atividade prazerosa. Para isso, é importante que os aspectos sensoriais sejam aguçados para despertar o interesse pela comida, por meio do colorido do prato como também pelas cores da alimentação. “O ambiente também tem de ser gostoso, fazer a criança ter a autonomia para escolher dois tipos de alimentos, deixando de lado a imposição e a angústia por não se alimentarem”, relata Rosana.

Outra recomendação que pode funcionar é fazer com que a garotada se aproxime das plantas que originam os alimentos. Dessa forma, é transmitida a informação da produção do alimento de forma lúdica e educacional, despertando o interesse pela refeição.

Um prato preparado com uma dose extra de carinho e criatividade vai ajudar e muito! As imagens abaixo são capazes de despertar o apetite de qualquer criança, não?!









E agora vamos pra cozinha preparar este lindo e delicioso sandubinha?!





Ingredientes:

1 cenoura
1 pimentão vermelho
1 tomate
1 ovo
azeitonas pretas sem caroço
4 fatias de pão integral
2 col. de sopa de creme de ricota
1 pepino
50g de mussarela

Preparando: rale uma cenoura, cozinhe um ovo e corte as fatias de pão com formato arrendodado. Passe o creme de ricota no pão e acrescente fatias de tomate e pepino. Para fazer a boca do palhaço, utilize o queijo mussarela em forma de meia lua. Corte duas rodelas de ovo para os olhos. Coloque dois punhados de cenoura ralada ao lado do pão para fazer o cabelo. Faça no pimentão vermelho a boca com a faca, em forma de meia lua. Use as azeitonas em cima dos ovos para terminar os olhos. Faça o chapéu do palhaço com a faca, retirando as laterais de uma fatia grossa de pepino. Retire uma pequena tira de pimentão vermelho para completar o chapéu.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Facas e mais facas





Não se pode pensar em cozinha sem pensar em facas. Objeto de desejo de dez entre dez chefs, as preferências de cada um já foram inclusive abordadas aqui no blog. Paula Labaki e Beth Beltrão nos contaram as vedetes de suas cozinhas.

Nada mais justo então que dedicar um post a elas.

Uma faca é qualquer objeto cortante capaz de ser empunhado.São ferramentas utilizadas desde as mais primitivas eras da humanidade.

Podem ser usadas para as mais diferentes aplicações, como ferramenta, arma ou simples objeto de decoração e para cada função existem diversas combinações de geometrias de lâminas, tipos de metais e métodos de fabricação, cuja combinação a torna adequada a determinado tipo de uso.

Segundo o dicionário etimológico da língua portuguesa de Antônio Geraldo da Cunha, o vocábulo "faca" possui origem obscura. Entretanto, é sabido que seu registro na língua portuguesa se dá por volta do século XV.

História

A presença desse instrumento é confirmada desde a Idade do bronze (6,5 milhares da anos A.C.) na Ásia Menor. A importância do mais antigo dos talheres foi registrada pelo filósofo estóico Posidónio ao narrar um festim na Gália em 97 a.C. Sua dupla função, de cortar os alimentos e também levá-los à boca, se modificou com o advento do Garfo, conforme Leo Moulin.

Ao longo da história humana, as facas foram produzidas das mais diferentes maneiras em várias sociedades, desde as pedras lascadas pelo homem primitivo, passando pelas facas produzidas a partir de pedaços de meteoritos ricos em ferro, até as facas produzidas nos dias de hoje pela indústria moderna.

O ápice do uso da faca como talher se deu entre o final da Idade Média e o Renascimento com os requintes da Cutelaria na Itália, Alemanha, França e Espanha. No século XIV na França os Reis usavam facas conforme o calendário religioso anual: eram com cabos escuro em Ébano durante a Quaresma e com cabos de ébano e Marfim em Pentecostes.

Há duas versões opostas referentes às opiniões e determinações do Cardeal e Duque de Richelieu, ministro de Luís XIII referentes às facas: conforme Antoine de Furetière, autor do Dicionário Universal, o Cardeal instituiu nas refeições facas de ponta afiada para uso na limpeza dos dentes, enquanto que Norbert Elias, conforme citado por Renato Janine Ribeiro, defende que Richelieu proibiu essas facas mais passíveis de uso mais agressivo.

O Cardeal e Duque de Richelieu era um homem poderoso e respeitado, servindo de exemplo social. A aferição das versões contraditórias poderá ser realizada, verificando, na actualidade, quantas pessoas usam a faca de ponta afiada para uso na limpeza dos dentes e quantas mesas são postas com facas de ponta redonda e fio cortante quase nulo.

Fabricação

De maneira geral, o processo de fabricação de uma faca atualmente consiste em modelar a lâmina, seja através do processo de forja ou de desbaste e aplicar um tratamento térmico conhecido como têmpera, que confere dureza ao fio da lâmina. A lâmina então é afiada e cabeada.

Partes de uma faca:





 1.Lâmina (conjunto dos itens 3 a 8)
 2.Cabo ou empunhadura (conjunto dos itens 9 a 11)
 3.Ponta ou ponteira
 4.Fio ou gume
 5.Desbaste (vazado ou bisel)
 6.Dorso ou contra-fio
 7.Mosca
 8.Ricasso
 9.Guarda
 10.Pomo
 11.Cordão

Tipos, tamanhos e formatos

Entre os diversos formatos e tipos de facas existentes, as mais conhecidas são: facas gaúchas, facas culinárias, facas táticas e de combate, facas de camping, facão de mato e as legendárias facas "bowie". Destacam-se ainda as facas utilitárias, termo usado genericamente para designar as facas que não se enquadram em um dos demais tipos com nomenclatura específicoa. Podem ser citados como exemplos de facas utilitárias as "skinner", usadas por caçadores para retirar a pele de animais.

Facas culinárias

As facas culinárias têm como objetivo a chamada "découpage", ou seja trinchar, filetar, fatiar as carnes, aves, peixes, tarefa feita muitas vezes no salão dos restaurantes mais sofisticados, diante dos clientes. Os utensílios de melhor qualidade são as facas com cabo em material sintético e lâmina em aço inoxidável com liga cromo-molibdênio.



As facas culinárias apresentam os seguintes tipos principais, indicadas em ordem decrescente de tamanho médio de cada tipo:

Faca de "chef" - Serve para quase tudo, lâmina longa (20 a 30 cm) e larga, ponta ligeiramente curva.
Faca para filetar - Com pequenas ranhuras (alvéolos), longa, para cortar lâminas finas de presunto cru ou salmão.
Faca para pão - Serrilhada e longa.
Faca lisa - lâmina mais fina, para cortar peixes, frios, massas folhadas.
Faca para desossa - para desossar carnes, aves, peixes, também descascar frutas e legumes, Lãmina longa, fina, pontiaguda.
Faca para legumes - semelhante á do "chef", porém bem menor (10 a 12 cm).
Faca para tornear - bem pequena, lâmina bem curva, para esculpir e tornear frutas ou vegetais.
Acessórios: Gancho trichador - como um garfo grande de 2 pontas, usado para fixar o que vai ser cortado.
Chaira - Afiador das lâminas, feita em metal bem mais duro e resistente do que as mesmas.


Lâmina: A parte perfuro-cortante da faca, onde se encontra o gume, geralmente construída em aço e revestida pelo cabo numa das extremidades, permitindo a sua empunhadura segura. O formato da lâmina determina o tipo de faca e, em conjunto com a geometria transversal da lâmina (vazado ou desbaste), adequa a faca ao tipo de material a ser cortado e também a profundidade do corte a ser feito. Basicamente temos três tipos:

a geometria do tipo "Hollow Ground", onde a superfície da lâmina é côncava, privilegiando cortes finos e superficiais, porém, com menos resistência a impactos;
a geometria tipo "Flat Ground", onde a superfície da lâmina é reta, privilegiando cortes mais profundos e que confere maior resistência a impactos, tornando a lâmina ideal para tarefas pesadas;
a geometria do tipo "Convex Ground", onde a superfície da lâmina é convexa, exatamente o oposto do tipo "Hollow Ground". Atualmente é o tipo menos usado, exatamente por não apresentar vantagens significativas em relação aos tipos anteriormente mencionados.

Bainha

Proteção para o abrigo da lâmina, habitualmente executada em tecido, couro, madeira ou metal ou numa combinação desses materiais, também servindo para que uma faca possa ser portada e transportada com segurança. Normalmente, bainhas antigas em pele, tecido, couro ou madeira possuíam a ponteira e o bocal em metal para reforço. No Brasil, na Argentina e no Uruguai este tipo de bainha com ponteira e bocal geralmente em prata ou alpaca, quando confeccionada em couro, é popularmente conhecido como bainha "picanço" ou "picazo".

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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Foodscapes


O fotógrafo britânico Carl Warner criou uma série de fotografias utilizando apenas alimentos para formar cenários. As chamadas “foodscapes” (união das palavras food – alimentos – e landscape – paisagem) mostram cavernas submarinas, florestas, praias ao pôr do sol e até cachoeiras, usando frutas, legumes, queijos, frios e massas, entre outros.


Nesta floresta, as árvores são feitas de brócolis, com ervilhas penduradas e as estradas são pavimentadas com cominho. O gramado é feito de ervas e as montanhas de pão. Nuvens de couve-flor adornam o céu.
O fotógrafo conta que já é conhecido na vizinhança de sua casa, em Kent, na Inglaterra, por passar horas na quitanda procurando o melhor brócolis ou a melhor pimenta para “compor” seus cenários.
Para ganhar em profundidade, as fotos são tiradas sobre mesas de 1,2 metro por 2,4 metros. Além disso, elas são registradas em “camadas”, para evitar que os alimentos murchem antes do fim da foto.

Os ingredientes comestíveis nesta cena rural de inspiração italiana incluem um carrinho feito de fatias de lasanha, campos de macarrão, e nuvens de mozarela. Árvores de pimentão, salsa e manjericão completam o cenário, ao fundo, um vilarejo de queijo.
“Eu gosto do modo como os pequenos aspectos da natureza se parecem com os grandes”, diz Carl Warner. Na cozinha de inspiração italiana, muitos tomates e azeitonas.
Ele confessa que, até agora, ainda não conseguiu convencer os quatro filhos a comer mais verduras.
“Pelo menos não posso dizer que eles brincam mais com a comida do que eu”, afirma o fotógrafo.

Esta caverna é feita com frutos do mar. As “rochas” são feitas de pão, mas, no fundo do mar, elas são de couve-flor. Para dar a sensação tridimensional às fotos, cada cenário é composto em uma mesa de cerca de 1,2 metros por 2,4 metros.
Arroz, coco, grãos diversos e um céu de folha de repolho roxo compõem esta “paisagem” bucólica.
Árvores de folhas de couve, rochas de batata doce, desfiladeiro de pão e céu de repolho roxo.
O mar vermelho desta praia, ao “pôr do sol”, é feito de fatias de salmão. Batatas e pão formam as rochas. Um barquinho feito de ervilhas completa o cenário.
Shitake, gergelim e outros grãos.
Casas de queijo, toldos e cestos de macarrão, grãos, legumes e verduras  formam esta ruela.
Culinária italiana com muitas verduras e macarrão. Casas de queijo.
A primeira vista, não se percebe que as montanhas são de pão….

A criatividade é impressionante, balões de frutas e legumes, árvores de brócolis, rochas de batatas, lavouras de espiga de milho e pepino, cidade de queijo, torre de cenoura e por aí vai…..

Nesta cena alpina, biscoitos do tipo grissini e presunto de Parma se transformam num carrinho que será puxado pela estrada de salame ladeada por árvores de bacon.

Nesta paisagem, os principais componentes são:
Presunto – céu, montanhas, cachoeira e rio;
Pão – rochas;
Biscoito grissini – casa e trapiche;
Salame – telhado

Nesta cena alpina, as estrelas são os frios. Biscoitos do tipo grissini e presunto de Parma se transformam no trenó puxado pelas montanhas de neve feitas de outros frios, como peru defumado e mortadela.
O presunto de Parma também se encontra nos “pinheiros”.
As fotos deverão ser usadas por uma cadeia de supermercados britânica em uma campanha publicitária, e Warner também pensa em reuni-las em um livro para promover a alimentação saudável entre as crianças.



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