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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Gastronomia e os Molhos



Saladas, carnes, aves, legumes, tudo fica melhor quando acompanhado por um molho saboroso feito com talento.

O molho é geralmente composto por uma base líquida como por exemplo água, vinho, caldos de carnes, de aves ou de legumes; por ingredientes que dão consistência, como manteiga, farinha, maisena, gema, entre outros, e pelos temperos.

Resumindo, o molho é composto por dois elementos básicos: O caldo e a liga.

... Caldo: É a base do molho e define seu sabor final

Ingredientes: Água, vinhos, conhaques, peixes, aves, carnes, legumes e condimentos.

Liga: É o componente que dá consistência ao molho que deve combinar com a textura do prato que acompanha.

Ingredientes que dão liga:

- Manteiga Batida: Feita com manteiga e farinha. Usada nos molhos escuros ou do tipo demiglace.

- Fécula: Vários tipos de fécula (maizena e araruta) têm o poder de engrossar muito forte podem deixar o molho pesado e sem gosto. Por isso, é mais seguro usar a farinha de trigo, reservando a fécula só para receitas especiais.

- Gemas Com Creme de Leite: Para engrossar e enriquecer molhos veloutés e algumas sopas cremosas.




Tipos de Molhos:

A maioria dos molhos é elaborada a partir de seis tipos básicos. Aprendendo a técnica de cada um deles, você poderá fazer mil combinações e servir refeições sofisticadas e diferentes.

O mundo dos molhos é muito vasto. Existe um tipo de molho para cada tipo de alimento, mas existem muitos molhos que se comportam muito bem em pratos totalmente diferentes, como é o caso do molho de tomate, do molho branco e de tantos outros.

O molho é um complemento indispensável para determinadas receitas. Deve ser marcante e valorizar o prato que acompanha, mas sem roubar-lhe o sabor original.

Como existem vários tipos de molhos, na tabela a seguir você encontrará os seis tipos básicos. A partir desses molhos básicos, você pode usar a sua imaginação, acrescentando ingredientes que os enriqueçam, dando um toque especial às suas receitas.





Molho
Ingredientes Básicos
Variações
Usos principais
Brancos ou Béchamel
manteiga, leite, farinha de trigo
mornay (queijo), soubise (cebola), velouter (caldo/creme), cogumelo, mostarda
vitela, aves, peixes, legumes, verdura, ovos, batatas
Escuro ou Demi-glace
caldo de carne, bebidas, condimentos
madeira (vinho Madeira), bourguignone (vinho tinto), espanhol (condimentos), cebola
porco, boi, aves, vísceras
Emulsionados frios (Maionese)
gema, óleo, condimentos
tártaro (picles), alcaparra, verde (salsa), golf (catchup)
frios, saladas, sanduíches
Emulsionados quentes
manteiga, gema, vinagre
holandês (gemas, manteiga), béarnaise (estragão, vinho tinto), bordelaise (cebola, vinho)
carnes (filés), peixes (grelhados), aspargo
À base de legumes
legumes, tomates, condimentos
italiano (tomate, cebola), napolitano (alho), calabrês (lingüiça), bolonhês (carne moída)
massas, carnes, legumes
Líquidos
azeite, vinagre, condimentos
vinagrete (cebola, alho), francês (azeite, vinagre), ravigote (cheiro-verde), gribiche (ovo cozido)
saladas, carnes, ovo, frutos do mar



Ainda tem os famosos acertos dos dessacerto, como por engano você acaba fazendoo um molho que acha que está errado e se torna a estrela do dia ou coloca o molho em pratos errados e acaba acertondo e se torna carro chef do dia.

Dedicaremos nossos próximos posts a um tour pelo mundo dos molhos e suas combinações.

Aguardem!

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Definição de churrasco por homens e mulheres



Preparando o post anterior, encontrei aqui um texto divertido sobre o assunto e não poderia deixar de compartilhar! Afinal, cozinha também é descontração e principalmente alegria!
 
Que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher)




 O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar. Quando um homem se propõe a realizar um, a cadeia de acontecimentos é a seguinte:
 01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
 02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.
 03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.
 04 - O homem coloca a carne no fogo.
 05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.
 06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
 07 - O homem tira a carne do fogo.
 08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
 09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
 10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas.

DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)

 01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8kg que o açougueiro disse ser "Ótima", pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.
 02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.
 03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come com as mãos.
 04 - Colocar a carne no fogo? Tá louca? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
 05 - Legumes? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.
 06 - Carne queimando? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: "Não gosto de carne sangrando"; "Isto está muito cru"; "Tá viva??"... Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.
 07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!
 08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
 09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).



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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Hora do churrasco



Churrasco é o nome dado ao prato feito a base de carne in natura ou processada, assada sobre fogo ou brasas, com a utilização de estacas de madeira ou metal — chamados de espetos — ou de grelhas.
 

Não existe referência exata sobre a origem do churrasco, mas presume-se que, a partir do domínio do fogo na pré-história, o homem passou a assar a carne de caça quando percebeu que o processo a deixava mais macia.

Os índios tupis sul-americanos, por exemplo, costumavam defumar a carne de caça sobre grelhas de madeira, no chamado moka'em, um antepassado do atual churrasco. A carne defumada desse modo se conservava apta para o consumo durante longo tempo.

Com o tempo, as técnicas foram sendo aperfeiçoadas, principalmente entre os caçadores e criadores de gado, dependendo sempre do tipo de carne e lenha disponíveis.

Na América do Sul, a primeira grande área de criação de gado foi o pampa, uma extensa região de pastagem natural que compreende parte do território do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, além da Argentina e Uruguai. Foi ali que os vaqueiros, conhecidos como gaúchos, tornaram o prato famoso e típico.

A carne assada era a refeição mais fácil de se preparar quando se passava dias fora de casa, bastando uma estaca de madeira, uma faca afiada, um bom fogo e sal grosso, ingrediente abundante que é utilizado como complemento alimentar do gado.

A partir dali, o costume cruzou as regiões e se tornou um prato nacional, multiplicando-se as formas de preparo, o que gera, entre os adeptos, muita discussão sobre o verdadeiro churrasco, como, por exemplo, a utilização de lenha ou carvão, de espeto ou grelha, temperado ou não, com sal grosso ou refinado, de gado, suíno, aves ou frutos do mar.

O correto é afirmar que não existe fórmula exata, uma vez que cada região desenvolveu um tipo diferente de carne assada, mas, sem dúvidas, a imagem mais famosa no Brasil é o churrasco preparado pelos vaqueiros, conhecidos pelo termo latino gaúchos, que se transformou na denominação dos cidadãos nascidos no estado do Rio Grande do Sul.

Origem do nome

Palavra usada em português e também no espanhol dos países latinos para designar um pedaço de carne assada nas brasas.

O Dicionário da Academia Espanhola sugere, – sem citar fontes, que seria um vocábulo de origem onomatopeica, presumivelmente do som que produz a gordura ao gotejar sobre a brasa.

Corominas, no entanto, afirma que churrasco originou-se em uma palavra muito antiga, anterior à presença dos romanos na Península Ibérica, que nos chegou vinda de "sukarra" (chamas de fogo, incêndio), formada por "su" (fogo) e "karra" (chama).

Este vocábulo apareceu primeiramente em castelhano sob a forma "socarrar" e ao longo dos séculos derivaram-se diversas variantes dialetais na Espanha, das quais a que nos interessa é "churrascar", do andaluz e do leonês berceano, de onde provém a palavra churrasco. O etimologista catalão cita também o chilenismo "churrrasca" (folha de massa frita).

 




Na Argentina e no Uruguai o churrasco típico é chamado asado, e é o prato nacional de ambos países. Tradicionalmente é feito na grelha com uso de lenha, mas também se usa carvão pela praticidade.

Aproveita-se praticamente todas as partes do bovino, incluindo-se cortes raramente utilizados noutras partes do mundo, como por exemplo o timo. Também é preparada a carne de porco, como o lombo e salsicha. O acompanhamento é constituído por salada e molho chimichurri, e por vezes batatas fritas ou purê.

Os gauchos alimentavam-se sobretudo de churrasco no pão, que está na origem do asado rioplatense. Na Argentina o asado tradicional dos Pampas estendeu-se a toda a população, e hoje, devido a qualidade e ao preço baixo, é consumido por todas as classes sociais. É até comum ver operários a preparar o prato na rua na hora do almoço.

Aos finais de semana, as famílias se juntam nos pátios das casas para desfrutar um asado mais sofisticado que inclui, além de famoso bife, todo o tipo de "achuras" (órgãos menores como os rins, intestinos, estômago, timo, e ainda morcelas e vários tipos de embutidos.

Nos pátios das casas aos domingos, nos parques e até em locais específicos em balneários, os uruguaios desfrutam seu asado. Na capital Montevidéu, o tradicional Mercado del Puerto é um ponto especial para nativos e para turistas consumirem a parrillada e outras especialidades da culinária local e regional, além de escutar música como o candombe (ritmo afro-uruguaio), tango, folclore, entre outras atrações.



No Brasil, churrasco se refere a toda carne assada na churrasqueira ou no estilo fogo de chão, quase sempre em grandes espetos na região sul, e grelha nas outras regiões.

Para o fogo, o mais comum é o uso de carvão, pela praticidade e facilidade de compra, porém os mais tradicionalistas defendem o uso da lenha. Existem também churrasqueiras à gás, pouco utilizadas por interferir no tradicional sabor do assado.

O tempero varia conforme o gosto e o costume local, podendo ser simplesmente sal grosso ou refinado, até as mais elaboradas fórmulas. De longe, a carne preferida é a bovina, mas também são muito apreciadas as carnes de origem suína, ovina, de aves, além de embutidos, como a linguiça.

Ingredientes mais utilizados

No Brasil os ingredientes mais utilizados são:
Bovinos: picanha, costela, maminha, fraldinha, alcatra, filé, contrafilé, vazio (principalmente no sul), entre outros cortes;
Suínos: pernil, paleta e costeleta.
Carne ovina: costela,paleta e pernil.
Carne de frango: cortes de frango, como coxa, sobre-coxa, peito e asas.
Acompanhamentos: salada, salada de batata com maionese, pão, linguiça, entre outros.
Outros tipos de churrasco

O prato da culinária japonesa chamado jingisukan (conhecido no Brasil como "Genghis Khan") é um tipo de churrasco. Foi inventado em Hokkaido, na região norte do país. Lá utiliza-se a carne de carneiro; jingisukan é, na verdade, a chapa na qual a carne é preparada. É muito conhecido no sul do Brasil, principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina.

Fonte: wikipedia


 
Ficou com vontade de reunir os amigos para um churrasquinho no final de semana?! As dicas abaixo são da Boiecia Carnes Nobres e podem ajudar! Mãos à obra!

Como preparar o seu churrasco:

• Depois que alguma brasa começar a arder, despeje o resto do carvão e distribua pela churrasqueira.
• Não se deve utilizar restos de carvão velho ou pedaços de madeira. Isto acaba com o sabor da carne.
• Escolha sempre carnes com menos gordura. Prefira carnes marmorizadas, com desenhos de gordura entre as fibras da carne. Deixará a carne mais saborosa e mais macia.
• Calcular o churrasco na proporção de 200g a 300g de carne para as mulheres e 400g a 600g para os homens, além das linguíças, bolas de mussarelas e asinhas de frango, como também corações.
• Em relação às bebidas, sirva sucos, refrigerantes, cerveja e/ou chopp.• Usar SEMPRE sal grosso. Nada de temperos prontos. Limão ou vinagre, nem pensar. O sal grosso na gordura deixa a carne mais saborosa.
Lave a carne RAPIDAMENTE e imediatamente a salgue . O excesso de sal você retira depois, na hora em que for coloca-la no braseiro.
• Se a carne for congelada, descongele algumas horas antes. Não use Microondas para descongelar.
• Quando a brasa estiver bem vermelha e a carne praticamente na temperatura ambiente, a coloque na grelha. Evite o choque térmico, pois aí a carne crua ninguem merece.
A escolha da carne
• As melhores carnes para churrasco são a picanha (de até 1,2 kg), contra filé, maminha e fraudinha. A alcatra também mas não fica tão saborosa. Algumas pessoas gosta de postas de coxão mole, que também é uma carne muito saborosa. Não esqueçamos da bisteca de porco e de boi, do filé mignon, do T-Boni, das costelas, etc…
• Lembrar que é a gordura da carne que dá e acentua o sabor e a maciez. Mas também não devemos esquecer do colesterol.
Preparo da carne
• Com as peças salgada, bata com as costas da faca para tirar o excesso de sal.
• Para carnes com capa de gordura, a capa deverá estar para cima. Assim a gordura penetra na carne com ficando macia e saborosa. A capa de gordura deve ser salgada também.
•Veja o melhor momento de virar a carne é quando começa a sangrar por cima. Se começar a assar e não sangrar, é carne velha.
•Se você gostar de carne mal passada ou bem passada só você saberá o momento de retira-la da churrasqueira, e do resto bom apetite.

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domingo, 16 de setembro de 2012
Tempero certo para cada tipo de carne



O tempero certo é a chave para o sucesso de qualquer receita.Na hora de preparar a carne, não poderia ser diferente. Veja o que combina com cada tipo de carne:

Carne bovina: sal, pimenta-do-reino preta, vinho tinto seco, alho, cebola, alecrim, manjericão e orégano;

Carne de porco: limão, vinagre, sal, vinho tinto seco, alho, tomilho, noz-moscada, pimenta-do-reino, laranja;

Frango: vinagre, vinho branco seco, sal, pimenta-do-reino branca, alho, cebola, sálvia, alecrim,orégano;

Peixe: limão, alho, sal,pimenta-do-reino branca, alecrim, vinho branco seco, sálvia, mostarda, maracujá, leite de coco.

A carne de porco, peixe e frango precisam ficar de molho para pegar gosto. Tempere, portanto, com 12 horas de antecedência e deixe marinando sob refrigeração.
 
 
 
A marinada é uma técnica culinária que consiste em colocar os alimentos numa mistura de temperos, muitas vezes na forma líquida, antes de cozinhar. Os ingredientes podem ficar a marinar desde alguns minutos até várias horas (geralmente durante a noite).
Esta forma de preparação dos alimentos deriva de alguns ingredientes, como certos cortes de carne e alguns vegetais serem de difícil cozedura e digestão e muitos temperos têm exatamente propriedades de contrariar essas caraterísticas.
Uma marinada muito simples é limão com sal – a base do ceviche, em que o alimento principal (geralmente peixe ou marisco) não necessita sequer ser cozido. Podem ser utilizados como líquido da marinada o vinagre, o vinho, o iogurte e sumos (sucos) de vários frutos. Os temperos também variam segundo o resultado final que se pretende: desde o alho à pimenta, passando por várias especiarias, eles vão igualmente fornecer ao ingrediente principal o seu sabor específico.
O Escabeche é outra forma de marinada, em vinagre, semelhante ao ceviche.
A vinhadalhos é uma marinada típica de Portugal, mas que deu origem a um prato da culinária da Índia, o vindaloo.
 
Para um melhor proveito e distribuição da marinada, sugiro que o alimento seja colocado em um saco plástico durante o período em que estiver marinando.
 
 
Frango sendo marinado
 
 
Tem coisa melhor que um frango assado com sabor delicioso, de tempero feito com carinho?
Se você sempre acha que seu frango não tem sabor, está mais do que na hora de aprender a preparar um marinado. Que tal?
Marinar nada mais é do que deixar a carne descansar em um tempero especial. O ideal é deixar pelo menos seis horas, mas eu recomendo sempre fazer de um dia para o outro.
Essa receita é super fácil e não suja quase nada, pois é feita no saquinho. Serve para coxa, sobrecoxa, asinha, frango inteiro… pra tudo!
Ingredientes:
 
1 cebola cortada em cubinhos
3 dentes de alho amassados
Cheiro verde a gosto
2 colheres de vinagre de álcool
1 colher de shoyo
Pimenta do reino a gosto
Ervas frescas a gosto
Alecrim fica uma delícia, mas não exagere na quantidade
1 colher de sopa de mostarda
 
Modo de Preparo:
 
Misture todos os ingredientes e coloque em um saquinho bem fechado.
Junte os pedaços de frango cru
Coloque mais um saquinho em volta, para não fazer sujeira. Dê um nó bem firme e vire o saco de um lado pro outro, até ficar bem misturado
Leve a geladeira por pelo menos 6 horas
 
Depois de marinado, prepare o frango da maneira que você mais gosta. Na churrasqueira e no forno fica demais!!!!

 

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Pudim Abade de Priscos

 
 
Pudim Abade de Priscos é um pudim típico de Braga. Como outros doces de Portugal, pode ser considerado um doce conventual, sendo uma das poucas receitas que o abade de Priscos transmitiu para o público.

O pudim ficou conhecido quando Pereira Júnior, diretor do Magistério Primário feminino de Braga no antigo Convento dos Congregados, pediu ao Abade de Priscos receitas para ensinar no magistério.

Falar do Abade de Priscos não é propriamente tarefa fácil. A realidade é que deste Mestre da Arte Culinária pouco se sabe. Para além da parca bibliografia, de algumas histórias contadas por pessoas que ainda o conheceram na verdade de pouco mais se sabe.
 
 
 
Porém o que existe é suficiente para o MITO! O padre Manuel Joaquim Machado Rebelo nasceu a 29 de Março de 1834 na freguesia de Santa Maria de Turiz, concelho de Vila Verde e morreu a 24 de Setembro de 1930 com 96 anos portanto. Teve vários dotes artísticos: quando moço revelou-se grande amador dramático e dedicou-se com paixão à fotografia, mas foi na Arte Culinária que atingiu o expoente máximo. O Abade Priscos foi um verdadeiro amador, aquele que ama, porém, a executar foi um completo profissional e capaz de dirigir qualquer cozinha, já que dominava totalmente a sua arte, as técnicas eram precisas, tinha os seus segredos e sabia como ninguém fixar a mais típica e justa acentuação de paladar, que é, e será sempre, a marca soberana da origem. “Marca de origem” que é, finalmente, o mais importante da nossa tradição culinária. Não serão tanto as receitas, mas aquela maneira muito nossa de preparar os pitéus com os nossos aromas e paladares, como só nós sabemos fazer (e que os estrangeiros, mesmo vivendo entre nós, nunca “afinam” totalmente). A sua arte deliciou e deslumbrou quem dela fruiu.
 
E agora, uma história portuguesa, com certeza!
 
- O Arcebispo D. Manuel Baptista da Cunha, que governou a Diocese de Braga desde 1889 a 1913, era grande amigo do seu Abade de Priscos e a cada passo o visitava, nos seus passeios de carruagem pelos arredores da cidade. Encontrava-se este Prelado nas Termas de Vizela, em tratamento, quando, certo dia, expediu a Mgr. Manuel Pereira Júnior, secretario da Câmara Eclesiástica, o seguinte telegrama:
 
- Amanhã, uma hora da tarde, almoço onze pessoas distinção. Mgr. Manuel Pereira Júnior mudou de cor. Corre a estação, mete-se no primeiro comboio e cai em Priscos como uma bomba, a pedir ao Abade que lhe valesse. O Abade nem lhe respondeu. Pôs o chapéu na cabeça, pegou na inseparável maleta dos segredos, enfiou-lhe o braço e abalaram os dois para a estação de Tadim. Chegados a Braga, já dentro do Paço Arquiepiscopal, o Abade, depois de algumas perguntas e de passar revista á despensa disse apenas: – O cozinheiro da casa e um ajudante ás ordens dele. Uma pedra mármore para manipulação de massas. Duas garrafas de bom vinho branco e um grande boião de manteiga dentro do poço, para gelar. O resto é comigo. E saiu a fazer algumas compras. No dia seguinte, à hora marcada, o Prelado e os convidados sentavam-se à mesa. Eram todos altas personalidades políticas, contando-se entre elas o Conselheiro José Maria de Alpoim. O almoço estava esplêndido. Mgr. Pereira Júnior encontrava-se na cozinha para manter o pessoal em respeito. Nisto, o Abade de Priscos fez a última prova de uma iguaria que devia seguir para a sala. De repente, dá uma patada no chão e passa valentíssima reprimenda ao cozinheiro do Paço.
A preparação tinha esturrado… – Alto! – disse o Abade. E já com o melhor sorriso, enquanto tirava da maleta um frasquinho: – Realmente servir “bispo” ao próprio Bispo seria o cúmulo! – Aspergiu a preparação afectada, levou-a de novo ao lume por instantes, provou e mandou servir:
- Vão saborear, porque está óptimo! E estava. O defeito tinha desaparecido. Pena foi que levasse o segredo para a cova.
Mgr. Pereira Júnior, que ao tempo dirigia a Associação Escolar Feminina, composta de raparigas que se destinavam ao Magistério Primário, um dia, no Paço, pediu ao Abade de Priscos que lhe desse uma colecção de receitas escritas para desenvolvimento das filiadas. O Abade fitou-o com benevolência e disse:
– Da melhor vontade, creia, acederia aos seus desejos, mas obsta um impossível.
– Qual é?
– É o impossível de lhe dar com as receitas os dedos das minhas mãos e o meu paladar. A culinária é uma arte muito bela, mas depende inteiramente do artista que a pratica. Quer uma prova do que digo? Vai ver como tenho razão.
E entram na cozinha.
– Eu e o cozinheiro da casa vamos fazer um pudim, cada um o seu, precisamente com a mesma composição.
Era o seu famoso pudim de toucinho, receita aparentemente simples, mas a que ninguém sabia dar as voltas como ele. É assim:
Deita-se num tacho de latão ou de cobre meio litro de água e logo que esta ferva, quinhentas gramas de açúcar pilé, casca de limão, canela em pau e cinquenta gramas de gordo de bom presunto de Chaves ou de Melgaço. Separam-se das claras quinze gemas de ovos e batem-se estas muito bem. Junta-se-lhe um cálice de vinho do Porto e bate-se tudo novamente. Quando estiver em meio ponto, passa-se a calda por um coador de rede muito fina e misturam-se-lhe as gemas de ovos. Barra-se uma forma interiormente e com a maior minúcia, de açúcar queimado. Deita-se a preparação na forma, tapa-se cuidadosamente e põe-se a cozer em banho-maria. Passados trinta minutos está pronto o pudim.
Assim fizeram os dois cozinheiros. Depois desenformaram-se os pudins. Mgr. Pereira Júnior provou na devida altura um e outro. Eram duas coisas totalmente diferentes. Os dedos e o paladar do Abade de Priscos tinham triunfado.
No dia 3 de Outubro de 1887, El-Rei D. Luís I, no norte do País com a Família Real, foi de visita à Póvoa de Varzim. As autoridades locais convidaram o Abade de Priscos para dirigir a cozinha e Preparar o régio banquete. Desempenhou-se o Abade da tarefa com tão alto nível que o monarca mandou chamá-lo à sua presença, para o conhecer pessoalmente. D. Luís, notoriamente tido como prático de cozinha, quis saber qual era a composição de certo prato servido, complicado e de sabor delicioso.
O Abade sorridente, informou: – Era palha, Real Senhor!
– Palha!? – disse o Rei espantado . – Então dá palha ao seu Rei!?
O Abade baixou a cabeça a fingir-se de envergonhado e, com sorriso manhoso, esclareceu: – Real Senhor! Todos comem palha, a questão é sabê-la dar…
 
Agora... vamos pra cozinha?!
 
 
 
Ingredientes :
 
0.5l de água
0.5Kg de açúcar + 150gr para o caramelo
casca de limão
1 pau de canela
50gr de toucinho (segundo o Abade o toucinho deve ser de um bom presunto de Lamego ou Chaves)
15 gemas
1 cálice de vinho do porto

Modo de fazer:

Leva-se a água ao lume. Assim que esta ferva junta-se o açúcar, a casca de limão, o pau de canela e o toucinho em lascas finas. Deixa-se ferver até atingir o ponto de espadana (120ºC).
Entretanto batem-se as gemas com o vinho do porto e junta-se depois a calda de açúcar vazando-a através de um coador de rede fina para a tigela das gemas.
Mexe-se bem e coloca-se na forma de pudim previamente caramelizada com o restante açúcar.
Leva-se a cozer, bem tapado, em banho-maria durante cerca de 1 hora.
Depois de bem frio desenforma-se para o prato de servir.
 
 

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sábado, 8 de setembro de 2012
Meu Miojo - Receitas e Histórias

 
 
Foi lançado no  dia 25 de agosto - Dia do Miojo - na LIVRARIA CULTURA CONJUNTO NACIONAL o livro Meu Miojo - Receitas e Histórias com com relatos e receitas
gourmets dos seguintes renomados chefs: Carla Pernambuco, Emmanuel Bassoleil,
Erick Jacquin. Morena Leite, Edinho Engel, Flávia Mariotto, Joca Pontes, Mônica Rangel, Renato Carioni, Carlos Ribeiro, Pier Paolo Picchi, Luiza Hoffmann, Tatiana Szeles e Felippe Sica.

 
Pois é, existe um dia especial para tudo, até mesmo para o miojo, um prato fácil e prático que todo mundo pode incrementar ao preparar. Quem nunca preparou um miojo?

Há 54 anos atrás, no dia 25 de agosto, foi criado no Japão o macarrão instantâneo pelo senhor Momofuku Ando, que buscava atender os seus clientes em pouco mais de 3 minutos ao oferecer um prato de refeição. Este período foi logo após a 2ª Guerra Mundial, que como você pode imaginar, passava por um período de racionamento de alimentos.

Com lemas como “a paz está garantida quando não se está com fome” e “pessoas bem alimentadas construirão um mundo melhor”, o Sr. Momofuko Ando conseguiu criar um dos alimentos mais populares do mundo, que só chegou ao Brasil em 1965.

Este eu não posso perder...

 

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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Alquimia Do Churrasco





Fã que sou do trabalho do Penninha, confesso que fiquei morrendo de vergonha ao saber atrdiamente do lançamento do seu livro Alquimia Do Churrasco". Mas percebida a minha falha, fui correndo atrás do meu exemplar.
 
Com a experiência de muitos anos estudando a riqueza existente em cada pedaço de carne, ele viaja pela História, mergulha na psicologia humana e nos costumes dos povos, desvendendo todos os segredos desta misteriosa arte do churrasquear. Penninha demonstra cada ponto desta arte, do instrumental e escolha da carne até como retirá-la e servi-la. Em uma linguagem simples, com a tranquilidade dos que fazem o que gostam.

Este livro é um prazer, para quem (como eu) adora carnes e churrascos...

O livro traz informações sobre os tipos de churrasqueiras... o modo correto de cortar a carne (antes e depois de cozida)... as melhores carnes para churrasco... temperos e usos... receitas de molhos...Sensacional!


Neste livro não há como fazer citações... mas vou colocar algumas frases... para vcs ficarem com 'água na boca'...
 
"Mas um bom churrasquinho também tem lá suas vantagens:
 
•por si só já indica um estado de espírito favorável, um armistício geral;
 •é objeto de lazer;
 •abaixa o estresse;
 •proporciona a socialização ou mesmo a integração entre as pessoas;
 •aumenta os níveis de serotonina, causando uma sensação de alegria e saciedade;
 •em última instância nutre, pois carne é proteína."

Vale muito correr e adquirir o seu. O meu foi comprado pelo site das Americanas.

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