sexta-feira, 15 de março de 2013
Alguém discorda?!
sexta-feira, 25 de março de 2011
O cacau no Brasil
Uma das delícias mais apreciadas no mundo a fora, o chocolate, tem um dia especial para ser comemorado no Brasil. Em 26 de março é celebrado o Dia Nacional do Cacau e do Chocolate. A data foi instituída para ampliar o agronegócio do cacau e seus derivados, revitalizar e valorizar a lavoura cacaueira brasileira, além de estimular a sustentabilidade da produção. Mais de 31 mil propriedades rurais cultivam o cacau no país. São 665.175 mil hectares de área plantada.
O cacau no Brasil
As primeiras sementes de cacau chegaram ao sul da Bahia no século XVIII. Com o clima quente e úmido da região, extensos cacaueiros rapidamente se desenvolveram, transformando o sul do estado no principal produtor de cacau do país e, por mais de um século, em um dos maiores exportadores do mundo, chegando a produzir mais de 400 mil toneladas ao ano.
Há algumas décadas, no entanto, a produção cacaueira das cidades baianas foi reduzida de forma drástica. A concorrência com outros países a “vassoura de bruxa”, praga que assolou as plantações, e a falta de investimentos foram as principais causas dessa queda na produção.
Além da Bahia, outros estados brasileiros são produtores de cacau, entre eles Pará e Rondônia. Em 2004, o país colheu cerca de 160 mil toneladas, ocupando a quinta posição no ranking mundial.
No âmbito cultural, a época áurea do cacau serviu de pano de fundo para os principais livros de Jorge Amado (escritor brasileiro internacionalmente consagrado). Muitas de suas principais obras, tem o cacau como temática, entre elas: Cacau, São Jorge dos Ilhéus, Terras do sem-fim, Tocaia grande e Gabriela cravo e canela.
O mercado do Cacau
Nos últimos 50 anos a produção mundial de amêndoas de cacau passou de aproximadamente 800.000 toneladas métricas por ano para 3.000.000 de toneladas métricas por ano.
Atualmente a maior parte da produção vem do Oeste da África, onde quatro países (Costa do Marfim, Gana, Camarões a Nigéria ) produzem 65 % do cacau no mundo. Destacam-se também a Indonésia e a Malásia.O Brasil, que já foi o maior produtor do mundo ( com 40% ), hoje produz apenas 4% do total. Outros oito países respondem por 91 % da produção mundial do fruto, a maioria na Africa.
Já os maiores consumidores de cacau são os Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Inglaterra e França. Respondem juntos por mais de 60% das importações mundiais.
A indústria chocolateira brasileira tem crescido a cada ano. Mesmo em 2008, quando a crise econômica afetou muitos países, as vendas foram significativas, sobretudo no período da Páscoa. Atualmente o Brasil está no quarto lugar entre os maiores produtores globais de chocolate. Por mais de dez anos o país ocupou o quinta posição do ranking.
Consumo
Frente ao potencial de produção brasileiro, o consumo per capita do doce está na casa dos dois quilos/ano. Número considerado baixo, se comparado a outros países. Dentro do próprio Brasil ocorrem variações de consumo, conforme a região do país. Chega a oscilar de 0,5 a 1 quilo nas áreas mais quentes, como Norte e Nordeste, a 3,8 quilos no Sul e Sudeste.
Marcadores: Chocolate
quinta-feira, 24 de março de 2011
LAROUSSE DO CHOCOLATE
Para os apaixonados por chocolate, este livro traz 184 receitas criativas, ousadas e deliciosas. Apresenta também a história do chocolate, técnicas, refeições completas com chocolate - aperitivo, entrada e prato principal.Tudo isso além de vocabulários do chocolate e da pâtisserie que facilitam a compreensão dos termos.
O livro é dividido em três partes, a primeira, Descobrindo o Chocolate, é composta por cinco capítulos totalmente dedicados à história do chocolate.
A segunda parte conta com 200 receitas salgadas e doces, divididas em nove capítulos, para que o leitor descubra todas as maneiras possíveis de se usar o chocolate.
A técnica do chocolate é o nome dado à última parte da obra que tem como objetivo ajudar a vida do leitor dando dicas sobre as técnicas do mestre-chocolateiro de como escolher o material e os utensílios e os vocabulários de chocolate e do pâtisserie.
Marcadores: Chocolate, Livros
quarta-feira, 23 de março de 2011
Diferentes Tipos de Chocolate
Chocolate ao leite
A massa de cacau é substituída em parte por leite em pó, resultando em um gosto mais adocicado.
Chocolate amargo
Possui grande concentração de massa de cacau e pouco açúcar.
Chocolate branco
Contém manteiga de cacau ao invés de massa de cacau.
Chocolate em pó
Usado em receitas, trata-se de amêndoa de cacau ralada destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo (recebe o nome de cacau em pó), semi-amargo e doce.
Achocolatado
Usado para misturar com leite, é composto basicamente por chocolate, leite em pó e açúcar.
Chocolate para cobertura
Concentrado em manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade e que facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. É comercializados em três tipos: meio amargo, branco e comum (ao leite).
Marcadores: Chocolate
terça-feira, 22 de março de 2011
Curiosidades sobre o chocolate
Talvez você não saiba, mas o dia 26 de março é o dia do chocolate que é um dos mais populares e apreciados alimentos do mundo, e certamente está na lista das cem melhores comidas. Muita gente cresceu gostando de chocolate, mas até hoje existem muitas curiosidades sobre ele que não sabemos. Pensando nisso, o site americano Info Barrel fez uma lista com as dez mais interessantes curiosidades a respeito do delicioso chocolate e a gente traz pra você no dia de hoje!
Veja:
1 – É um fato conhecido que o chocolate possui cafeina. Mas você sabia que você deve comer mais de uma dúzia de barras de chocolate para chegar a mesma qüantidade de cafeína de um copo de café? Há cerca de 5 a 10 miligramas de cafeína em um pedaço de chocolate e 5 miligramas em um copo de leite achocolatado.
2 – O chocolate é na verdade uma valorosa fonte de energia. Um simples pedaço de chocolate pode dar energia suficiênte para uma mulher adulta andar 45 metros.
3 – O chocolate traz grandes benefícios à saúde. Ele ajuda combater a depressão, hipertensão, tumores e até na TPM.
4 – O chocolate não causa ou agrava a acne, isso é um mito.
5 – Um único pedaço de chocolate ou cacau contem 10% da qüantidade recomendada de ingestão diária de ferro.
6 – O chocolate pode ser mortal para os cachorros. Ele contêm um ingrediente chamado “Teobromina” que pode ser tóxica para o sistema nervoso central e para os músculos cardíacos do melhor amigo do homem.
7 – As pessoas gastam anualmente mais de 7 bilhões de dólares com chocolate.
8 – As pesquisas de consumo indivídual de chocolate indica que cada pessoa consume cerca de 5 quilos de chocolate por ano.
9 – Leite com chocolate é o tipo de chocolate mais preferido pelas pessoas. Contudo, o chocolate preto é especificamente o mais popular entre os homens.
10 – No filme “Psicose” de Alfred Hitchocoks, o xarope de chocolate foi usado para simular o sangue na famosa cena do chuveiro.
Marcadores: Chocolate
segunda-feira, 21 de março de 2011
HISTÓRIA DO CHOCOLATE
O que há de tão especial no chocolate? Existem pessoas que são verdadeiras "chocólatras" e chegam a fazer acompanhamento psicológico para tratar do vício, tamanho é o desejo irrefreável pelo chocolate. Além disso, bombons são um presente bastante comum entre casais apaixonados. Mas de onde vem sua fama romântica?
Esta semana o tema especil no blog será o chocolate. O motivo?! Dia 26 de março é comemorado no Brasil o dia desta delícia.
Um pouco de história
Os primeiros vestígios da descoberta do chocolate são de 1.500 a.C. e vêm da civilização Olmeca que habitava o México na época. O cacau foi aproveitado posteriormente pelos Maias e Aztecas em forma de bebida, considerada sagrada. Nas cerimônias religiosas, o cacau torrado era servido com especiarias e mel.
Os conquistadores espanhóis introduziram a delícia na Europa, onde era considerado um alimento especial por seu valor nutricional e energético. Inicialmente somente mulheres, sarcedotes e nobres o consumiam em cultos da Igreja Católica, depois o cacau foi se popularizando e se diversificando com a adição de outros ingredientes. Os suíços tiveram a idéia de misturar o cacau ao leite, dando origem ao chocolate como nós conhecemos hoje.
A saga do chocolate começa, pra valer, a partir do descobrimento da América, pois até 1492 o Velho Mundo nada sabia sobre o delicioso e extraordinário alimento. Cristóvão Colombo, retornando triunfante de suas conquistas no Novo Mundo, apresentou à corte do Rei Ferdinando e da Rainha Isabella algumas sementes de cacau - mas pouco ou nenhuma importância lhes foi dada à época.
Admite-se que os índios astecas foram os primeiros chocólatras conhecidos da história. Eles coletavam sementes de cacau e faziam uma infusão que acreditavam ser um poderoso afrodisíaco, chamada "chocolate" (líquido quente). O imperador asteca Montezuma chegava a beber mais de 50 porções por dia - e cuidava sempre de tomar uma dose extra antes de entrar no seu harém. Isto fez com que Cortez, o conquistador europeu, e seus homens acreditassem que o chocolate poderia intensificar sua performance sexual.
Ao retornar à Espanha em 1528, Cortez presenteou o Rei Carlos V com algumas preciosas sementes de cacau - e a partir daí, o chocolate começou definitivamente a fazer sua história, tornando-se tão popular e valioso na Espanha que sua produção foi mantida em segredo por mais de um século. A escassez de chocolate durante o século XVII fez com que este se tornasse um presente de excepcional valor. Contudo, os monges monastéricos espanhóis, responsáveis pela manufatura do líquido, não conseguiram escondê-lo por muito mais tempo.
Acredita-se que o chocolate tenha chegado à Grã-Bretanha na segunda metade do século XVII, sendo que a primeira "fábrica" de chocolate inglesa surgiu em 1657. Pouco à pouco, a produção artesanal deu lugar à produção em massa, e por volta de 1730 seu preço já era acessível a boa parte da população. A invenção da prensa de cacau em 1828 diminuiu ainda mais os custos de produção.
Quando a princesa Maria Teresa da Espanha foi prometida em casamento ao rei Luís XVI, da França, ela enviou-lhe chocolate de presente em uma cesta ornamentada. Mais tarde, sua fixação por chocolate tornou-se tão intensa que ela contratou seu próprio chocolatier.
Durante boa parte do século XIX, o chocolate continuou a ser consumido exclusivamente na forma líquida - mas a partir de 1861 passou a ser vendido na forma sólida, acondicionado em caixas com formato de coração. E apenas em 1876, em Vevei, na Suíça, o chocolatier Daniel Peter desenvolveu a técnica de adição de leite ao chocolate, criando o produto final que consumimos até hoje
Os conquistadores e missionários espanhóis, novos senhores do México, na falta do vinho que havia sido proibido por édito imperial, aderiram rapidamente ao consumo do chocolate.
O papel financeiro das sementes de cacau (“a encantadora moeda” como denominou no século XVI Pedro Mártir de Angleria) também contribuiu para o sucesso da bebida.
A introdução da cana de açúcar possibilitou a mudança das receitas à base de cacau, temperando o forte sabor natural do chocolate com açúcar, baunilha e canela. Com esse toque açucarado, a bebida teve aceitação geral.
Para os indígenas, chocolate bom era aquele chocolate que fazia espuma, muita espuma. Foi então, que os colonos espanhóis inventaram no México, as primeiras chocolateiras, simples potes de barro em cuja tampa, de madeira, havia um furo por onde se introduzia uma espécie de batedor, responsável pela produção das tão cobiçadas bolhas.
Os colonos e suas esposas índias, se fartavam de chocolate. Tomavam no mínimo duas vezes ao dia: quente no café da manhã e frio no meio da tarde.
O elixir dos antigos deuses foi admitido até nas igrejas, nas missas solenes, quando era servido às senhoras da alta sociedade de Chiapas, para grande desespero do bispo, que mandou proibir a escandalosa prática, o que não foi uma boa idéia, pois contam que morreu logo depois, ao tomar um chocolate envenenado.
Com o desenvolvimento das plantações e a facilidade para estocar as sementes de cacau, o chocolate, acompanhado de fatias finas de pão torrado, biscoito ou compotas, se impôs como uma saudável alternativa para o lanche da noite.
Miscigenado, mas portador de um fascinante passado, o chocolate do Novo Mundo estava totalmente pronto para enfeitiçar as cortes européias.
* Os melhores divulgadores do chocolate foram, sem dúvida, os reis. No entanto, os missionários espanhóis merecem reconhecimento, pois foram eles que apresentaram aos reinos espanhóis não apenas o chocolate, mas a bebida feita dele, com adição de açúcar extraído da cana. Nos séculos XVII e XVIII, os prelados de várias ordens continuaram a aperfeiçoar e a difundir as receitas de chocolate pela Europa.
Dizem que na França, o cardeal de Lyon, Alphonse de Richelieu, aprendeu com os religiosos espanhóis a fórmula secreta do chocolate.
A idade de ouro do chocolate
Na década de 1900, o chocolate tinha todos os triunfos para conquistar as multidões: preço baixo e qualidade alta. Pouco a pouco emergiram os produtos adaptados aos diferentes mercados. Na Europa e Nos Estados Unidos duas grandes tendências se destacaram: barras ao leite industrializadas, mais apreciadas nos EUA e no norte da Europa e os tabletes e bombons, muitas vezes artesanais, apreciados na Europa mediterrânea.
Na segunda metade do século XX, o chocolate ganhou sabores especiais de acordo com a cultura local, originando o que hoje conhecemos como “chocolates clássicos”: bombons belgas recheados de manteiga ou creme de leite fresco, a “sachertote” austríaca (bolo de chocolate recheado com damasco), tabletes com leite suíço, trufas britânicas com menta, a sutil massa de gianduia italiana (com avelã triturada) e o chocolate quente espanhol e mexicano, aromatizado com canela.
No final do século XX, o chocolate já havia percorrido o globo, chegando ao Oriente Médio e ao Extremo Oriente. A China foi um dos últimos redutos do mundo a se render à deliciosa receita a base de cacau.
Marcadores: Chocolate, Cultura
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Baru - uma das joias do cerrado brasileiro

O baru é uma das joias do Cerrado brasileiro, que ocupa boa parte do centro do país. Só é bom de coletar quando já caiu da árvore. Sinal de que está maduro. Protegida por uma polpa docinha, rica em cálcio e de aroma suave que lembra coquinho e baunilha, sua castanha é, por outro lado, mais neutra. Mas é do tipo irresistível. O sabor remete ao do amendoim, porém mais delicado.
A safra das castanhas do baru costuma ocorrer do fim de agosto a setembro e talvez avance em outubro, antes da chuva. A coleta é manual, ao redor das árvores que depositam seus frutos na pastagem, sob o sol. Parte dos frutos é colhida para ser descascada, torrada e vendida. Outra é deixada ali para alimentar os animais e manter o ciclo da vida. Deles, e do baru.

Assim, in natura, as moças vão preenchendo as sacas que, inicialmente, eram de 60 quilos, mas como eram difíceis de carregar por meninas foram enxugadas para 20 quilos. Cada saca, depois de descascada e torrada, vai render em média 900 gramas de castanha pronta para consumo.
A saber:
1. In natura, ainda na casca, o baru pode ser armazenado por até quatro anos. Em castanha, fica bem mais frágil. Pode ser congelado e dura no máximo 30 dias sem torrar.
2. Não pode coletar tudo o que encontrar pela frente. Tem de deixar um pouco para os animais, para manter o ciclo produtivo do fruto.
3. Nem todo fruto tem baru. Conforme coletar, a pessoa tem de sacudir para sentir o movimento. Se tem barulinho bom, deve ter castanha.
4. Para a pessoa que trabalha com baru, é melhor dominar todo o processo: coletar, quebrar (a parte mais difícil, pois a casa é muito dura e a castanha delicadíssima) e torrar. Isso agrega valor o processamento, valoriza a mão de obra.
5. O preço médio da castanha é de 20 reais o quilo. Mas pode ser mais, dependendo do tamanho, do frete etc.
6. Depois de quebrar fruto por fruto, na foice, é feita outra seleção, antes de torrar. As castanhas são agrupadas por tamanho, para que sejam torradas uniformemente. Ainda podem ser encontradas castanhas que não prestam para embalar. Quebradinhas, normalmente vão ser aproveitadas na paçoca ou pé de moleque.
7. A torra é feita no fogão, em panela de fundo duplo, aos poucos. Tem de mexer sem parar, por dez a quinze minutos. Uma pessoa sozinha, por hora, torra uns quatro quilos. As castanhas são espalhadas em uma mesa de inox, para esfriar, e depois são embaladas.
8. Tudo é manual e artesanal.
Meu sonho é encontrar Baru por aqui para testar a recetinha abaixo...
Bombom de Baru
INGREDIENTES
100 gramas de baru torrado e moído
Leite condensado
½ colher de sopa de manteiga
MODO DE PREPARO
Misturar a manteiga a farinha de baru. Adicionar o leite condensado aos poucos até obter o ponto de enrolar. Untar as mãos com manteiga e formar pequenas bolas, colocando-as em vasilha também untada com manteiga.
Marcadores: Chocolate, Ingredientes, Na cozinha
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Brigadeiros Gourmet da Chef - Lançamento

O brigadeiro gourmet é uma reinvenção do brigadeiro clássico, feito com ingredientes de qualidade superior. Em vez de achocolatado, um bom chocolate, de preferência importado. No lugar da margarina entra a manteiga, que é rica em leite e tem sabor incomparável. Para ter sobrenome gourmet, o brigadeiro também deve ter uma boa apresentação, que permita a ele circular com desenvoltura em qualquer ambiente. O uso de um granulado mais "high tech" por exemplo, faz parte desta nova apresentaçáo.
O brigadeiro que envolve chocolate em barra dá o ponto mais rápido – até soltar do fundo da panela – do que o feito com chocolate em pó e possui uma textura muito melhor para bolear , devido a presença da manteiga de cacau do chocolate e da manteiga gorda. O uso de um chocolate com uma porcentagem maior de cacau também é uma boa opçáo.
Seguindo esta nova tendência, lançamos a nossa linha de Brigadeiros Gourmet. Os sabores sáo os mais diversos. E a apresentaçáo dos mesmos também.
Se você nora em Belo Horizonte ou na grande BH e quer provar estas delícias, envie-nos um e-mail e solicite um orçamento.
Veja abaixo alguns dos sabores da nossa linha:
Tradicional Preto Chocolate ao Leite com raspas de chocolate
Tradicional Branco Chocolate ao Leite Branco selecionado com raspas de chocolate branco
Nozes Chocolate ao Leite com lascas de Nozes
Pistache Chocolate ao Leite com pedaços de Pistache
Amêndoas Chocolate ao Leite com pedaços de Amêndoas selecionadas
Amendoim Chocolate ao Leite com raspas de Amendoim
Amargo Chocolate Amargo com raspas de chocolate amargo
Caju Chocolate ao Leite com pedaços de castanha de Caju Ovomaltine Chocolate ao Leite envolto em Ovomaltine
Além destes, outros sabores tais como:
Morango, Limão, Maracujá, Capuccino, Tutti-Frutti, Nutella
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sábado, 9 de outubro de 2010
Dia das crianças com gostinho de brigadeiro
O dia das crianças se aproxima e nada como um brigadeiro pra agradar a meninada! Aqui em casa a turminha já cresceu...Mas tenho certeza que brigarão pelos mesmos!
A receita abaixo é deliciosa e enche de glamour o doce mais querido do país.
Brigadeiro Trufado com Castanha-do-Pará
Ingredientes:
2 lata(s) de leite condensado
2 colher(es) (sopa) de manteiga
1 xícara(s) (chá) de castanha-do-pará moída(s)
3 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
2 colher(es) (sopa) de licor de cacau
Recheio
1 lata de creme de leite
200 gr de chocolate meio amargo picado(s)
Cobertura
Quanto baste de castanha-do-pará para empanar
Modo de preparo:
Misture bem os ingredientes e leve ao fogo brando, mexendo sempre até ver o fundo da panela, cerca de 10 a 15 minutos. Leve para um prato untado e deixe esfriar
Recheio
Leve ao fogo em banho maria os ingredientes do recheio, misture até obter um creme espesso. Deixe esfriar e leve para gelar.
Cobertura
Abra pequena porções da massa, recheie com uma colher (café) do creme. Enrole, passe nas castanhas picadas e coloque em forminhas.
E viva a criançada!
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Os deliciosos ovos de Páscoa

O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos – de verdade mesmo – é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza – lá eles têm até nome, pêssanka – em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus – o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate – iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.

Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
O chocolateEssa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.
Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.
Este ano de maneira muito especial os chocalatiers se superaram! A criatividade foi a tônica em suas criações.Basta ver os dois ovos abaixo, um retraando a Betina, personagem da Letícia Spiller e o outro "colorido".


Agora, como não poderia deixar de ser...aprenda você mesma a preparar um delicioso ovo de páscoa!
Ovo de páscoa decorado e rechedo com nozes * Ingredientes
* 350 g de chocolate ao leite
* 100 g de chocolate branco
* 1 pote de nozes picados
* 1 forma de ovo de 250 g
* Papel alumínio, o quanto baste
* Modo de Preparo
1. Pique o chocolate ao leite em pedaços pequenos, e faça o mesmo com o chocolate branco
2. Separe o chocolate branco em 3 porções
3. Coloque 2 porções de chocolate num recipiente e uma porção em outro
4. Coloque as 2 porções de chocolate branco no microondas por 30 segundos em potência média, após retirar o recipiente do microondas acrescente a outra porção até ter uma composição sem qualquer pedaço de chocolate
5. Isso se chama temperamento, para que o mesmo não derreta novamente
6. Pegue o saco de confeitar com o bico liso, o mais fio possível
7. Coloque o chocolate branco dentro do saco de confeitar
8. Segure a forma do ovo com a mão bem firme e com a outra confeite na forma de ?ziguezague?, a certa distância da forma, quantas vezes quiser
9. Passe a faca sem serra na superfície da forma, retirando o excesso de chocolate das bordas
10. Cubra a forma com papel alumínio e coloque sobre uma tábua, com a superfície plana voltada para cima
11. Leve a geladeira e deixe esfriar por 5 minutos
12. Enquanto a forma esfria, derreta o chocolate ao leite
13. Separe o chocolate em 3 porções iguais
14. Coloque 2 porções de chocolate num refratário
15. Corte a porção restante em pedaços bem pequenos e coloque em outro recipiente
16. Pegue a porção maior de chocolate ao leite e leve ao microondas por 40 segundos em potência alta
17. Retire o recipiente do microondas e acrescente o resto do chocolate ao leite picado, até ficar homogêneo
18. Retire a forma da geladeira
19. Acrescente uma camada do chocolate ao leite, correspondente a 3 colheres de sopa, espalhe do funda as bordas, e após retire o excesso
20. Coloque novamente na tábua, porém com a superfície plana voltada para baixo
21. Separe o restante do chocolate ao leite em duas partes e acrescente as nozes
22. Retire a forma da geladeira, retire o papel alumínio e repita o procedimento, porém, agora com o chocolate com as nozes
23. Resfrie por mais 5 minutos, após retire da geladeira, como anteriormente, só que agora acrescente o resto do chocolate ao leite e deixe por mais 10 minutos na geladeira
24. No total de 3 camadas
25. Espere até que o ovo crie uma bolha de ar e deixe desprender da forma, sobre uma tábua forrada com papel alumínio
26. Deixe secar por 12 horas em lugar seco e arejado
27. Após a secagem, embrulhe com papel chumbo e coloque os bombons de sua preferência
28. Mantenha em um lugar seco e arejado
Aproveio para desejar a todos uma Feliz Páscoa!
Marcadores: Chocolate
segunda-feira, 29 de março de 2010
Vai um brigadeiro ai?!

Quando o assunto é doce, não há dúvida, o brigadeiro é mesmo o docinho mais amado do Brasil! Desde a década de 40, quando surgiu, ganhou adeptos e fãs pelo país afora e se tornou mundialmente apreciado e conhecido como "trufa brasileira".
Não há quem resista à tentação de saborear um. É o mais famoso e difundido doce brasileiro e não pode faltar nas mesas de festas, sobremesas ou até para acompanhar o café ou o chá.
Acusa-se o leite condensado de padronizar o sabor de antigos doces brasileiros, sobrecarregando-os de açúcar, comprometendo sua delicadeza e ajudando a destruir a diversidade do paladar nacional. Prefiro não entrar no mérito.Entretanto, sem o leite condensado, que chegou da Suíça no início do século XX com o nome de Leite Moça, não haveria brigadeiro, o docinho mais amado do Brasil.
Favorito das crianças, converteu-se na estrela das suas festas.A ponto de hoje existirem doceiras e docerias especializadas no mesmo,criando a cada dia novas opções para o tradicional docinho.

As informações sobre onde e quando o brigadeiro foi inventado se mostram imprecisas. Quanto à autoria, parece ter sido coletiva. Afinal, nada mais elementar ou intuitivo do que combinar seus ingredientes: leite condensado, chocolate e manteiga. Inicialmente, chamava-se negrinho, em alusão à massa escura. Até hoje os gaúchos o denominam assim.
A voz do povo informa que virou brigadeiro em 1945, quando Eduardo Gomes disputou com Eurico Gaspar Dutra a presidência da República, sendo derrotado nas urnas. Brigadeiro da Aeronáutica, ele ajudara a escrever um capítulo da história do Brasil. Foi um dos líderes do Tenentismo, movimento político emergido entre oficiais jovens das Forças Armadas, celebrizado pela rebelião militar de 1922. No dia 5 de julho, um grupo formado por três oficiais, quinze praças e um civil que se juntou no trajeto, saiu do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, e enfrentou a tropa governamental fortemente armada. O combate durou 30 minutos. O futuro Brigadeiro sofreu um tiro de fuzil e caiu gravemente ferido.
Duas versões explicam o nome do docinho difundido nacionalmente a partir dos anos 50. A primeira conta que mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na campanha de Eduardo Gomes, preparavam negrinhos em casa e os vendiam na rua com o nome de brigadeiro, destinando o dinheiro ao fundo de campanha. A outra, espalhada pelos adversários do candidato, é difícil contar sem incorrer em vulgaridade. Mas, como circula no país, precisamos registrá-la. O tiro desferido em Eduardo Gomes na rebelião do Forte de Copacabana haveria atingido os testículos. Ora, a receita do docinho brigadeiro não utiliza ovos. Assim, o nome teria conotação maldosa.

Apesar de batizada no Rio de Janeiro, a receita provavelmente se originou em São Paulo na década de 20 ou 30. A dedução se baseia em uma evidência. Quando o docinho surgiu, seus ingredientes básicos eram elaborados no Estado. Em 1921, a Nestlé abriu em Araras, a 171 quilômetros da capital paulista, a fábrica número um no Brasil e logo passou a elaborar o pioneiro Leite Moça. O produto representa até hoje o maior volume de vendas entre os mais de mil itens que industrializa no país. Ainda em 1921, começou a funcionar no bairro da Mooca, em São Paulo, uma prestigiada indústria de chocolates. Chamava-se Gardano. Fabricava um chocolate em pó de qualidade e prestígio, conhecido entre os consumidores como 'chocolate dos padres', por reproduzir na embalagem uma tela do pintor toscano Alessandro Sani, do século XIX, na qual dois sorridentes monges católicos aparecem diante de uma panela e de um prato. Também fabricava o Mentex. Foi incorporada pela Nestlé em 1957, mas os monges permaneceram na embalagem. Até hoje ilustram o Chocolate em Pó Solúvel Nestlé, com a pintura original de Sani transformada em desenho.
Coincidentemente, as antigas receitas de brigadeiro recomendam 'chocolate dos padres' e Leite Moça.
Deixo abaixo uma receitinha de brigadeiro que já se tornou "famosa" no Brasil. O brigadeiro do Willian Bonner. Depois de prepará-la você pode inovar servindo o mesmo em copinhos de chocolate...

Ou numa colher linda como esta...

De acordo com o
Willian Bonner este é o brigadeiro mais gostoso que existe...
Ingredientes:
-1 colher (sopa) de manteiga sem sal
-1 lata de leite condensado (ele diz que tem que ser da marca mais conhecida)
-1 gema de ovo peneirada
-1 colher (sopa) de chocolate em pó peneirado (ele diz que tem que ser da marca mais conhecida também)
Modo de preparo:
1- Coloque uma panela no fogo (fogo baixo) e coloque 1 colher (sopa) de manteiga sem sal nela, deixe até que derreta.
2- Quando estiver quase toda derretida, adicione a lata de leite condensado e logo em seguida a gema de ovo peneirada.
3- Misture um pouco e junte 1 colher (sopa) de chocolate em pó peneirado.
4- Continue mexendo sem parar com uma colher até que o doce solte da panela.
Dicas:
- Mexa com uma colher que não arranhe o fundo da panela.
- Para saber o ponto, passe a colher no brigadeiro dentro da panela, quando você ver o fundo logo depois de passar a colher, é porque atingiu o ponto, pode desligar o fogo e esperar esfriar.
- Para fazer porções maiores, basta aumentar os ingredientes nas mesmas proporções.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Aventura pré-páscoa (duas crianças na cozinha)
Meu genro é chocólatra,assim como eu. Desde o ano passado que esse menino só fala em fazer um tal Twix gigante.Afinal, fica complicado toda vez que vamos ao supermercado ter que comprar 1,2,3 Twix.
Chegamos a pensar em fazer um Twix gigante para o Natal. Mas faltou a forma...onde iríamos colocar?!
Em janeiro fomos para Arraial d'Ajuda, e como todas as vezes que vou lá, fiz uma visita para o meu amigo velhinho das panelas de barro. Velhinho, pois fazem anos que ele esá no mesmo lugar, vendendo as mesmas panelas...E eu sempre esqueço o nome dele!
Chegando na loja, estou eu escolhendo minhas panelas, quando...EUREKA! Meu genro vem todo feliz com uma telha que seria a forma perfeia para o tal Twix gigante. Compramos, é claro!
Com a proximidade da Páscoa, época na qual todo chocólatra vibra, pois pode se entupir de chocolate sem culpa, ele e minha filha decidiram se aventurar na cozinha...
Vai abaixo o passo a passo dessa doce aventura.
TWIX GIGANTE BY DÉIA E MAURÍCIO
Ingredientes:
2 pacotes de bolacha Maizena
1 pacote grande de balas de caramelo
2 quilos de chocolate ao leite
Antes de tudo, você vai precisar de uma "forma" para o chocolate. Optamos por usar a telha, aquela que só compro em Porto Seguro, no meu amigo velhinho.
Hora de abrir os caramelos.
O biscoito foi triturado no liquidificador.
Um quilo de chocolate foi derreido. Apenas um quilo. O outro quilo foi derretido bem lá na frente.
Depois de derretido, é hora de jogar o chocolate na telha. Ou forma, chame como você quiser.Aquela do meu amigo velhinho.
Depois de espalhar quase todo o chocolate que você derreteu na telha, use uma colher e espalhe o doce pela forma.
Depois disso, ache um lugar para o negócio no congelador. É importante que essa camada seja especialmente grossa, pois é ela que vai aguentar o caramelo quente.
Para derreter o caramelo, você usa o mesmo processo do chocolate.

Depois de derretido, você retira do congelador a forma com o chocolate e taca o caramelo em cima
Caramelo devidamente posto na telha, então vem a bolacha. Pra não complicar muito, apenas taque a bolacha sobre o caramelho, como na imagem abaixo.
Ok. Chocolate formado, caramelo colocado e a bolacha triturada. Agora só falta lacrar o doce. Derreta aquele choclate que sobrou no mesmo esquema de banho maria. Faça uns furos no recheio, para o chocolate fixar melhor. Comece preenchendo os furinhos, depois espalhe todo o chocolate.
Agora é só jogar a telha no congelador mais uma vez e esperar. Depois de uma hora o doce deve ficar pronto. Aí é só retirar do congelador, virar na mesa e retirar o papel manteiga. O resultado de todo o trabalho é esse:
Agora, a melhor parte;comer,comer,comer e comer.
A aventura deu um resultado bem legal. Mas se você for tentar na sua casa,sugiro colocar no biscoito moído um pouco de manteiga para dar liga. Tente e me conte!
Feliz Páscoa pra todos!
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