sábado, 16 de março de 2013
Recebendo de surpresa um “petit comitê”
Receber as pessoas que você gosta para bater um papo e bebericar alguma coisa é sempre um bom programa, não é? Mas se a situação vier sob forma de "surpresa", e de repente você se deparar com um m sua casa, você pode passar aperto se não tiver como providenciar de maneira prática e rápida algo para recebê-los com charme e elegância.
Por isso é sempre importante mantermos na geladeira e na despensa alguns ingredientes "curinga" como um bom queijo, um bom espumante...
A ideia hoje é preparar uma compota de cebola caramelizada com vinagre balsâmico e deixar prontinha para uma emergência...
Fica um luxo para colocar em cima de uma torradinha e servir com queijo brie, camembert, ou outro de sua preferência, ou com presunto cru (presunto de Parma ou de outras origens), ou com o famoso foie gras.
A receita rende bastante, e pode (deve) ser feita com antecedência. Basta guardar num frasco de vidro esterilizado na geladeira, e aguardar as visitas chegarem sem medo de errar. chegarem.
Ingredientes:
500g de cebolas roxas cortadas em meia-lua
2 colheres de sopa de manteiga
4 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colher de sopa de açúcar
Preparo:
Levar ao fogo baixo (sempre!) a manteiga e as cebolas fatiadas.
Deixar derreter a manteiga, depois caramelizar tranquilamente as cebolas, mexendo de vez em quando.
Depois de uns 10 minutos, colocar o açúcar e o vinagre balsâmico.
Deixar no fogo por mais uns 30 minutos, até que as cebolas fiquem murchas, caramelizadas, e coradas.
Usar sempre o fogo muito baixo, se precisar coloque um pouquinho de água.
Para dar um charme maior ao momento, que tal acompanhar com uma bebida de espumante com abacaxi?
Ingredientes:
2 Xícara(s) de vinho branco espumante gelado
6 Unidade(s) de picolés KIBON FRUTTARE sabor abacaxi
Para decorar:
3 Cubo(s) de abacaxi
Modo de Preparo:
Retire os palitos dos picolés sabor abacaxi. Coloque os picolés no liquidificador, junte o espumante e bata por 2 minutos ou até dissolver.
Coloque a bebida em 3 taças altas, decore com os cubos de abacaxi e sirva em seguida.
Dicas
Se desejar servir bem gelado, coloque as taças no congelador 1 hora antes de iniciar o preparo. Bata a bebida no liquidificador e coloque-a nas taças bem geladas. Para decorar para festas, coloque palitos longos decorados, encontrados em lojas de material
Se desejar preparar toda a garrafa de espumante, aumente a quantidade de picolés para 10 unidades.
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sábado, 14 de abril de 2012
Caju amigo
Dia desses fiquei sabendo por acaso que o Pandoro, havia fechado as portas. Confesso que fiquei triste, pois como já havia contado antes
aqui, tenho recordações nostálgicas do Caju Amigo do Pandoro.
Infelizmente ou felizmente, sei lá, a fofoca chegou pra mim com prazo de validade vencido. Infelizmente, pois tenho andado mais belorizontina que paulistana nos últimos tempos e para mim ficar muito tempo sem estar em Sampa é triste. Se estivesse lá com mais frequência, estaria mais atualizada. Felizmente, pois quando a notícia chegou até a mim, pude perceber que a mesma chegou truncada.... Vamos aos fatos reais:
Por quase seis décadas, o número 60 da Avenida Cidade Jardim, um dos pontos comerciais mais valorizados da capital, abrigou o tradicional Pandoro, o berço do drinque caju amigo (que eu amo) e de incontáveis histórias de boemia.
Uma reforma transformou completamente o endereço, rebatizado como Girarrosto. Na nova configuração, o antigo bar continua existindo numa das três áreas em que o salão do imóvel de 1.200 metros quadrados foi dividido.
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| Um dos salões do Girarrosto |
As duas alas restantes incluem um pastifício artesanal e um girarrosto (a grelha com espeto giratório em italiano) envidraçados. Imenso, o espaço tem ainda um jardim pelo qual se distribuem mesas ao ar livre, forno de pizza, uma padaria de entrada independente e uma adega para 1.200 garrafas.
Posso enfim ficar mais calma! Em minha próxima ida a Sampa, farei uma visita ao local nem que seja pra ver se tomar um caju amigo no Pandoro ainda é show.
Deixo aqui para vocês a receita do Caju Amigo publicada na revista GQ, revista masculina show de bola, que entra aqui em casa mensalmente pelas mãos de meu filho galã- advogado (não necessariamente nesta ordem), Thiago Crivellari.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Festival Gastronômico Cachaça Gourmet

Até o dia 10 de fevereiro, a capital dos bares vai se transformar também na capital da cachaça. Nesse período, os amantes da “branquinha” e os apreciados da boa gastronomia poderão degustar pratos feitos à base da bebida na quarta edição do Festival Cachaça Gourmet Belo Horizonte, que neste ano reúne 22 restaurantes participantes.
“O evento foi criado em 2009 com o objetivo de colocar a genuína bebida brasileira no devido patamar gourmet que ela merece. Bem mais que um aperitivo ou bebida de boteco, queremos mostrar que a cachaça pode ser apresentada de forma mais requintada e com destaque também na gastronomia”, afirma Emerson Andreata, organizador do evento.
Segundo ele, para esta edição do Festival é esperado um público de aproximadamente 30 mil pessoas. Além dos pratos, o público também poderá apreciar e comprar 22 tipos de cachaça de alambique inscritas no Festival e que serão utilizadas pelos estabelecimentos participantes.
“O Festival Cachaça Gourmet já entrou para o calendário turístico do estado e estamos nos dedicando para torná-lo referência em evento gastronômico e cultural de Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, ele cumpre um importante papel na divulgação e promoção da cachaça de alambique de Minas Gerais, uma das maiores produtoras nacionais da bebida”, completa Andreata.
Público vai ajudar a eleger o “melhor prato”
O Festival foi lançado oficialmente no dia 12 de dezembro de 2011 em um evento no Mercado Central. Na ocasião, chefs dos restaurantes participantes apresentaram os pratos concorrentes para o júri técnico composto por profissionais da gastronomia e jornalistas. O público convidado também pôde degustar alguns pratos e drinks à base da cachaça, estrela principal do evento.
O júri técnico já elegeu os ganhadores nas categorias “Melhor prato”, “Melhor visual” e “Melhor Criatividade”. O resultado, no entanto, só vai ser conhecido em março na festa de encerramento do Festival, em grande evento para cinco mil pessoas. Até lá, o público também vai pode a eleger seu prato favorito, já que cada restaurante irá disponibilizar cédulas de votação.
“A participação popular através do voto é uma oportunidade para os restaurantes participantes avaliarem a aceitação do prato criado para o evento e também para mensurar a qualidade do seu atendimento, higiene e estrutura. Afinal, o público considera todas estas questões no momento de dar o seu voto. Sem dúvidas o Festival dá uma enorme contribuição para a qualificação do setor de gastronomia e turismo, além, claro, de proporcionar entretenimento para os belorizontinos e turistas”, completa Andreata.
O Evento é realizado pela GWS Tecnologia e Eventos com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, Belotur, Clube Mineiro da Cachaça, AMPAQ, Portal Turismo Mineiro, Revista Minas Gourmet e Sou BH. Para outras informações, acesse http://www.festivalcachacagourmet.com.br.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Brindando 2012
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O tradicional brinde de fim de ano poderá ser melhor ainda se seguirmos os conselhos de alguns químicos franceses, que dizem que o champagne deve ser servido da mesma forma que a cerveja, com a taça "de lado".
Pesquisadores da Universidade de Reims concluíram que a temperatura ideal para o consumo de champagne deve ser de 4°C. Além disso, deve ser servida com a taça inclinada, pois a baixa temperatura e a inclinação correta do copo conseguem diminuir a agitação das moléculas de CO2, que demoram mais tempo para se desprender da bebida, o que é fundamental para o champagne e outros espumantes.
A efervescência formada pelo CO2 dos espumantes ajuda a transferir o sabor, o aroma e a "sensação" da bebida para a boca (para as papilas da língua) de quem degusta.
Os cientistas estudaram a perda de dióxido de carbono no champanhe usando dois métodos distintos. Um envolvendo o derramamento da bebida em linha reta na taça. O outro foi feito com o recipiente inclinado (igualzinho o método utilizado com a cerveja). Concluíram qua a taça levemente inclinada diminui a perda de gás carbônico (CO2) pela metade.
Eles também testaram a quantidade do gás em três temperaturas distintas (4ºC, 12ºC e 18ºC) e observaram que quanto mais baixa, mais o CO2 se mantinha no líquido. O que já se suspeitava pela lei da solubilidade: quanto mais quente a bebida, mais agitadas ficam as moléculas e os gases se desprendem com mais facilidade. Isso explica o porquê de refrigerantes e cervejas borbulharem mais quando não estão gelados.
Essa é a primeira vez que cientistas estudaram especificamente a relação entre a quantidade de CO2 e o sabor e a qualidade da bebida. O estudo foi publicado no "Journal of Agricultural and Food Chemistry", uma revista científica da Sociedade Americana de Química.
O grupo da Universidade de Reims, liderado por Gérard Liger-Belair, tem trabalhado há algum tempo com as bolhas e o sabor do champanhe e de vinhos finos. Em 2009, eles publicaram outro artigo no qual mostraram que o formato da taça - reto (em forma de "flauta") ou ovalado (de "navio") - pode influenciar a capacidade de a bolha se misturar à bebida, alterando seu sabor. Nesse estudo, eles mostraram que a ovalada é melhor.
Agora, a intenção do grupo é desenvolver um modelo matemático completo, que inclua as múltiplas formas de desprendimento do CO2 enquanto o champanhe é servido.
O motivo do interesse pela bebida dos brindes tem uma explicação: a Universidade de Reims fica na região de Champagne-Ardenne, na França. Exatamente onde é que é feita a bebida original, que leva o nome da região.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Se refresque com os smoothies
Você sabe o que é Smoothie? Smoothies (macio em inglês) são deliciosas misturas de sucos de frutas, verduras, iogurtes, sorvetes e muitos outros ingredientes, que podem variar desde macadâmias até folhinhas de hortelã, dependendo do gosto e da criatividade de cada um. O ideal é que todos os ingredientes sejam utilizados geladinhos ou até mesmo congelados, já que a delícia deve ter uma consistência mais cremosa, como a de um milkshake.
A mania de smoothies começou na década de 60, na California - Estados Unidos. A bebida nasceu da necessidade de se consumir produtos energéticos e de baixa caloria e gordura.
Outros tipos de smoothies de frutas também podem ser encontrados em várias partes do mundo, como na área do Mediterrâneo e no Oriente Médio, este sob o nome de sharbat, utilizando iogurte, mel e fruta fresca.
Os smoothies são uma boa alternativa para quem está de dieta e quer se refrescar nesse calorzinho de primavera. Eles são bem menos calóricos do que os sorvetes e os milkshakes, que são feitos à base de leite e, por isso, são mais gordurosos.
É muito fácil preparar essa bebida. Quer uma dica? Bata no liquidificador morangos congelados, melão amarelo picado, folhas de hortelã, pedrinhas de gelo e água. Pronto! Agora é só saborear!
Quer combinar a bebida com alguma comidinha? Boas sugestões são pratos leves, como saladas e sanduíches light. Também pode ser consumido sozinho no intervalo entre as refeições. Você escolhe!
Uma outra sugestão:
O que você vai precisar:
1 banana média
1 copo de frutas congeladas de sua escolha
2 colheres (sopa) cheias de iogurte natural
um punhadinho de aveia
um punhadinho de nozes diversas
1 copo de leite desnatado
opcional: mel pra dar uma adoçadinha
Descasque a banana, pique-a e coloque no liquidificador com as frutas congeladas e o iogurte. Processe e adicione a aveia e as nozes. Acrescente o leite, e bata novamente, até que fique uniforme. Se achar que ficou muito espesso, é só bater mais um pouquinho. Mexa e depois prove. Se achar que precisa adoçar, adicione um pouquinho de mel.
Modo de preparo:
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terça-feira, 3 de maio de 2011
O Encontro entre o Café e o Vinho
A relação entre vinho e café pode ter começado a milhares de anos. Mas os dois produtos traçaram caminhos diferentes no mundo, principalmente com relação às suas complexidades. Entretanto, os dois andam lado a lado quando falamos em aroma, sabor e cuidados durante o processo de produção.
O vinho criou uma cultura de apreciação importante e cativou amantes há décadas. O café, por sua vez, vem atualmente formando esse hábito e têm conseguido acompanhar o caminho do primeiro. Por fazerem parte de mercados de produtos diferenciados, ambos têm similaridades e podem ser comparados relativamente ao status de consumo.
O mundo do vinho permite, com frequência, comparações entre safras de diferentes regiões produtoras, entre uvas de espécies distintas e tecnologias de vinificação. Cada tipo de vinho possui seu momento apropriado para degustação.
Com o café não é diferente. O preparo que será dado ao café e a última etapa pela qual passa o produto influenciam fortemente na qualidade final na xícara, além, é claro, do beneficiamento e da torra do grão.
As vinícolas têm receitas milenares de cultivo que, aliadas aos diferentes microclimas das regiões onde são cultivadas e ao cuidado de cada produtor com o solo e a vinha, conferem às bebidas notas altas. A junção desses fatores é denominada terroir e influencia no resultado final do vinho produzido. Assim como a uva cultivada e as variedades, que passam por diferentes processos de vinificação, o café tem algumas espécies comercializadas e variedades distintas.
No entanto, é possível estabelecer uma relação direta entre os processos pelos quais passam os dois produtos. O fruto do café, conhecido como cereja quando maduro, deve ser colhido na sua maturação plena, assim como a uva na videira. Outras etapas importantes do vinho e do café são a fermentação e a torra, respectivamente. Estas fases determinam a qualidade e o tipo de bebida ou grão que chega ao consumidor.
O processo de fermentação do vinho é complexo, com diversas nuances entre os tipos de bebidas a serem preparadas. No geral, é um fenômeno natural no qual o açúcar contido nas uvas se transforma em álcool sob a ação de leveduras. Simultaneamente ocorrem outras reações químicas que, ao final do processo, resultam no vinho que conhecemos. O tempo de fermentação, a forma como toda a vinificação é realizada e o armazenamento para envelhecer ou seguir para o engarrafamento determinam a qualidade, o aroma e o sabor do produto.
O mesmo acontece com o café no processo de torra, que ocorre respeitando as características do grão beneficiado, o tipo de preparo que ele irá receber e as possíveis diferenças de paladar e gosto do consumidor do produto. O mesmo grão torrado de maneiras diversas, nível do claro ao escuro, resulta em uma bebida completamente distinta que pode acentuar as qualidades ou mascarar defeitos dos grãos. Do lado positivo podem-se notar nuances cítricas, florais e doces ou negativas, como amargor e adstringência, por conta de um beneficiamento incorreto ao longo do processo ou de uma torra muita escura.
O sommelier, conhecedor da arte para harmonizar o vinho, indicará a melhor temperatura para cada tipo de bebida. Há também o cuidado com a taça escolhida, que deve ser preferencialmente lisa, incolor, com pé alto e diâmetro de boca menor que o do corpo, o que facilita a análise olfativa.
O café não chega pronto ao consumidor, esta a grande diferença entre ele e o vinho. Para prepará-lo corretamente é necessária a participação do barista, profissional que há poucos anos começou a ter sua importância reconhecida no mercado de cafés de qualidade. O barista carrega a responsabilidade de entregar ao apreciador um café bem tirado, que destaque todas as nuances que o grão apresentou durante o processo de produção.
A última etapa da cadeia cafeeira está nas mãos deste profissional, que irá realizar a moagem adequada do grão para o tipo de preparo. No filtro ela é fina, na french press e na cafeteira italiana deve ser grossa e para o espresso, média. A quantidade de pó para a proporção e temperatura ideais da água, a regulagem do acessório ou maquinário utilizado e o tempo de contato da água com o pó são pontos importantes para os quais o barista deve atentar, além da escolha da xícara de formato correto e sua temperatura.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Margot Metida
Mais um drink com tagerina para os dias de folia...
Margot metida
Ingredientes:
1 tangerina Margot cortada em cubos sem pele e sem caroços
50 ml de saquê
5 gramas de pimenta rosa
2 colheres de chá de açúcar
Gelo a gosto
Modo de preparo:
Em um copo para caipirinha, macere a tangerina com o açúcar e a pimenta rosa. Coloque o gelo e o saquê, mexa até que todos os ingredientes estejam bem misturados. Sirva com canudinho
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sábado, 5 de março de 2011
Velvet tangerina
Nada melhor que um drink para o final do verão...no agito do carnaval!
Ingredientes:
½ copo americano de San Remy
1 copo americano de suco de tangerina fresco
½ copo de água de coco
Gelo a gosto
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes na coqueteleira, coe e coloque em taças tipo flute.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
'Tres Leches
Drink e verão...uma combinação perfeita! A receita abaixo vale ser testada!E vamos aproveitar que é carnaval!
Tres Leches
Ingredientes:
1 dose de creme de leite
1 dose de leite de coco
1 dose de leite condensado
1 dose de tequila branca
1 pitada de açúcar de baunilha
Gelo
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes em uma coqueteleira, bata vigorosamente, em seguida passe para uma taça com pé colorida.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
E por falar em Açaí...

Uma das frutas mais saudáveis do planeta, o açaí ganha versão alcoólica criada na Califórnia
A frutinha escura vinda da Amazônia chamou a atenção, primeiro, de surfistas e naturebas que partilhavam entre si, como um segredo, as virtudes do creme viscoso e de gosto forte. Aos poucos, o açaí conquistou a imprensa, iniciando uma carreira de sucesso Brasil afora.
E agora, vejam só, está com o passaporte em dia para ir ao exterior em versão alcoólica, uma espécie de vodca com toques doces que pretende substituir sua congênere original em drinques.
Apresentada sem rodeios como a melhor alternativa à maneira como os consumidores encaram os coquetéis e até alardeando o “fim da vodca” em seu site, a nova bebida foi desenvolvida pela empresa americana Veev, que destaca seus poderosos e benéficos efeitos antioxidantes. A Veev foi fundada pelos jovens irmãos Courtney e Carter Reum, na Califórnia (of course).
O líquido é mais um licor - muito bom, segundo barmen americanos -, lembrando cereja madura e chocolate, com 30% de volume em álcool. É feito à base de destilado de trigo, ao qual é misturado o gosto natural do açaí. Substitui a vodca em coquetéis conhecidos sem a necessidade de adição de açúcar.
E como (boa) estratégia de marketing, a Veev anuncia a doação um dólar de cada garrafa vendida a projetos de sustentabilidade da floresta amazônica brasileira.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Cachaça Gourmet 2011
Acontece em Belo Horizonte desde 5 de janeiro e irá até 28 de fevereiro o Festival Gastronômico Cachaça Gourmet, edição 2011.
Neste ano o evento terá a participação recorde de 25 restaurantes, que apresentarão coquetéis e pratos com receitas originais à base de cachaça de alambique. Cada estabelecimento trabalhará com uma das 25 marcas inscritas no Festival.
O público, por sua vez, poderá votar no prato e no coquetel de cada restaurante, utilizando cupons disponibilizados pela organização do evento.
Além disso, os restaurantes apresentarão aos seus clientes uma carta contendo todas as cachaças do Festival, com descrição de procedência e preço por dose ou garrafa fechada, cumprindo a proposta de divulgar e promover a cachaça de alambique de Minas Gerais.
O Cachaça Gourmet é um projeto do Clube Mineiro da Cachaça, realizado em parceria com Prefeitura de Belo Horizonte, Belotur, Convention Visitors Bureau, AMPAQ e Krug Bier.
Restaurantes participantes (e respectivos pratos):
Amigos e Antigos (Lombo de Panela Afogado no Molho de Cachaça e Jabuticaba);
Baiana do Acarajé (Moqueca com Pinga);
Bar do Bigode (Feijoada Embriagada);
Big Owl (Ninho da Coruja);
Boi Supremo (Porpetone Mafioso);
Botequim Seu Jorge;
Brothers Beer (Pernil nas Nuvens);
Caminho da Roça (Lombo Jumicéia);
Clube Mineiro da Cachaça (Línguiça Poética);
Empório Savassi (Língua de Sogra);
Emporium (Tropeirinho Lagoa Seca);
Espaguete na Chapa (Filé de Tilápia ao Sugo da Cachaça);
Jardim de Minas (Filé de Gurujuba Flambado na Cachaça);
Oca dos Tapuias (Javali Embriagado na Oca);
Pizza Burguer (Costelinha Pé-de-Cana);
Rima dos Sabores (Cordeirinho Molhado);
Surubim no Espeto (Surubim no Espeto Assado na Brasa);
Xico da Kafua (Lombo com Cachaça).
As cachaças utilizadas são:
Acuruy; Beijoca; Bocaiana; Caieira Velha; Caputira; Chapada Das Geraes; Cobiçada; Coluninha; Dedo de Prosa; Dona Beja; Extrema; Ferreira; Licores Marinho; Lucas Batista; Maria Boa; Magnífica; Ouro 1; Pau Brasil; Pendão; Pingo Verde; Poesia; Quebra Canga; Salideira; Século XVIII; Seleta; Vale Verde.
Mais informações pelo tel: (31)3372-7494 ou contato@minasgourmet.com.br
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domingo, 18 de julho de 2010
Vai um Dry Martini aí?!
Que eu sou "cervejeira" todos já sabem. Mas existem dias, principalmente naqueles momentos "eu comigo mesma" que adoro colocar uma musiquinha anos 80 e vagarosamente bebericar um Dry Martini. Principalmente naqueles dias que me sinto meio "Marion Novaes".
Já tenho a minha receita preferida.Mas esta ainda é uma dúvida que acompanha a maioria das pessoas.
Uma dose de gim e cinco gotas de vermute ou duas doses de gim e uma de vermute? Limão ou azeitona? A discussão sobre a receita original do Dry Martini – o drinque mais clássico e pedido do mundo – tem a idade do próprio. Teria sido inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker, em Nova York, pelo barman John Martini, para atender a um pedido do magnata americano John D. Rockefeller, que desejava algo simples mas diferente. A partir daí, a mistura ganhou o mundo como um coquetel excitante, com sabor de viagem.
A polêmica sobre a sua receita original é tão grande que, em uma de suas passagens pelo célebre Harry’s Bar, de Veneza, o escritor americano Ernest Hemingway se saiu com a seguinte tirada: “Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um Dry Martini. Eu garanto: em menos de 5 minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gim e vermute está errada”.
Discussões e fórmulas à parte, a preparação do coquetel, mesmo simples, é um verdadeiro ritual, pelo menos pra mim.
O copo
Escolho uma taça de haste fina e bordas delicadas e deixo-a no congelador por alguns minutos.
O gelo
O coquetel deve ser preparado num copo misturador, o chamado mixing glass. Ponho entre quatro e seis pedras de gelo inteiras – evito pedaços picados, que derretem facilmente.
Gelo bem o copo e escorro o excesso de água.
O gim
Despejo sobre o gelo uma dose generosa de gim – inglês, é claro -, que você pode escolher entre o Gordon’s, o Tanqueray, o Beefeater ou o Bombay, todos na lista dos melhores.
O vermute
Pingo sobre o gim cinco gotas de vermute, de preferência o clássico francês Noilly Pratt.
A mistura
Com uma colher longa – a de bar se chama bailarina -, dou algumas mexidas rápidas e vigorosas. Lembre-se: o drinque é apenas mexido, nunca batido.
Ao servir
Tiro a taça do congelador e, usando um coador de bar, despejo o drinque na taça.
O Dry Martini é sempre servido sem o gelo.
O limão
Corto uma fina casca de limão, retirando com cuidado a polpa branca. Em seguida, torço a casquinha de modo que o sumo do limão caia sobre a mistura. Passo a casca em toda a borda da taça e joguo-a fora. Espeto uma azeitona verde com um palito e coloco no drinque.
E aí...Vai um Dry Martini aí?!
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Drinks para a copa

A copa do mundo é o assunto do momento.O patriotismo nesta época fica exacerbado e o verde e amarelo tomam conta das ruas, casas,bares e principalmente do coração dos brasileiros.
Aqui no blog não poderia ser diferente! Neste período postarei algumas dicas para vocês leitores curtirem ao máximo a copa do mundo.E que venha o caneco para o Brasil!
Até na hora do drink podemos ser criativos e vestir nossos copos nas cores do Brasil.Artigos para isso não faltam no comércio.A foto acima fica como sugestão.
Agora...que tal assistir aos jogos do Brasil tomando um drink com as cores da nossa seleção?!
A receita abaixo foi tirada do blog
Receitas passo-a-passo e além de charmosa é
bastante saborosa!
Uma excelente pedida para acalmar nossos ânimos enquando aguardamos o apito final!
Drink Verde-amarelo
Ingredientes:• Duas tangerinas em gomos
• 3 colheres de sopa de maracujá in natura
• 90 mL de vodka
• 2 colheres de sopa de açúcar
• Algumas folhas de hortelã
• Gelo
Modo de preparo:Coloque o maracujá, os gomos da tangerina, o açúcar e as folhas de hortelã
picadas dentro de uma coqueteleira.
Esprema com o auxílio de um socador até soltar bem o suco.
Adicione a vodka, o gelo e agite a coqueteleira. Finja que você é o Tom Cruise
no filme Cocktail.
Sirva em copo baixo de boca larga. Enfeite com ramos de hortelã.
E dá-lhe Brasil!!!
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